Tudo começou quando eu fui visitar um parente ao cemitério, em frente ao tumulo, coloquei as minhas flores e rezei, eu estava com muitas dificuldades de dinheiro, pois tinha que pagar os meus alugueis, as minhas contas, que já tinham vencido à vários meses.
A minha situação era realmente muito ruim, observei que na minha frente tinha uma menina perto de um tumulo que me observava, ela deveria ter uns 14 anos, eu fiquei meio sem jeito, pois ela olhava firmemente para mim , ela era muito bonita uma gracinha de menina, eu continuei rezando e coloquei as minhas flores no túmulo e fui embora.
Quando eu virei as costas para ir embora, eu escutei uma voz linda de uma menina que me chamava «oi moço! por favor vem aqui» eu olhei e vi que era aquela menina que eu tinha inicialmente visto, quando eu cheguei perto dela, ela soltava um cheiro muito gostoso de um perfume que eu nunca tinha sentido, era um perfume muito gostoso, a menina voltou a falar comigo" você poderia me ajudar, por favor", eu disse que sim, «claro filha, posso saber o que você quer, ela então falou, olha se você me ajudar, eu também te ajudo a resolver, todos os seus problemas», ainda hoje, eu fiquei sem entender, mas falei, tudo bem pode falar comigo que eu faço o que você quiser, ela disse-me; "me ajuda a fechar esse tumulo, que está aberto", e eu tomei um susto quem foi que abriu o tumulo??? E a menina voltou a falar «alguém abriu para roubar, por favor ajuda-me a fechar», e fechamos o tumulo, deu-me um pouco de medo mas eu fechei o tumulo.
Ela falou-me novamente; «olha eu já pedi para várias pessoas para me ajudarem, mas ninguém me ajudou as pessoa ficavam com medo não sei porquê, vocês só devem te medo dos vivos, pois os mortos só querem descanso», eu continuava sem entender nada, a menina falou «muito obrigada você ajudou uma alma, descansa em paz, vai ainda hoje a sua recompensa meu nome é Natália, fica com deus».
A menina ficou rindo para mim, com um sorriso muito bonito, e eu voltei as costa e vim embora, quando eu olhei para traz, ela tinha desaparecido e o cheiro do perfume também.
Quando eu ia a sair do cemitério, lembrei-me que tinha esquecido das chaves de casa, voltei ao local do tumulo que eu tinha acabado de fechar, vi as chaves e agarrei-as, quando eu vou a sair e dou um ultimo olhar para o tumulo, apanhei um tremendo susto, eu vejo a foto da mesma menina que eu acabei de ajudar a fechar o tumulo, a foto dela estava no mármore do tumulo, sai correndo que nem um doido, até à porta do cemitério, cortei-me todo, eu estava morrendo de medo e fui tomar um café num bar, depois de algumas horas, eu recuperei do susto, mas não contei para ninguém, eles não iam acreditar em mim.
Paguei o café e quando eu ia saindo do bar uma mulher que eu nunca tinha visto, disse-me «olha mandaram te dar esse pacote para você», eu peguei e sem entender, perguntei quem foi que me tinha mandado o pacote e ela sorriu e foi-se embora, eu ainda fui atrás dela, mas não a vi mais, ao chegar a casa, abro o pacote e fico surpreso, tinha dentro do pacote 8 mil reais, esse dinheiro acabou com todos os meus problemas de dinheiro, até hoje eu não sei o que se passou ao certo, só sei que foi mandado por uma força maior , eu tava no local certo , no dia certo e na hora certa, esse dia eu nunca vou esquecer e a partir desse dia tenho tido muita sorte, sempre to achando dinheiro, ganhando em jogos, não muito, mas ganho sempre.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
"Éter ou perfume?"
Este foi um e-mail que eu recebi recentemente que conta sobre uma forma estranha de se fazer um assalto ou estupro, tem todo a lógica de uma lenda urbana com avisos pela internet e até mesmo com o endereço de ação de tal gangue, cabe notar pelo menos uma coisa, a escolha do lugar é interessante o tal estacionamento é bem amplo e bem deserto, sinistro.
“ALERTA GERAL! CASO VERDADEIRO”.
Fui abordada ontem à tarde, por volta das 3:30 PM, no estacionamento de um grande supermercado em Del Castilho por dois homens. Perguntaram-me qual o tipo de perfume que eu estava usando.
Perguntaram-me então se eu gostaria de testar um tipo de perfume sensacional que eles estariam vendendo a um preço bem razoável.
Provavelmente eu teria concordado com a oferta se eu não tivesse recebido um e-mail, algumas semanas atrás, alertando-me para o golpe do perfume.
Os homens permaneceram entre os carros estacionados, imagino que a espera de que outra mulher aparecesse. Parei uma senhora que estava indo à direção deles, indiquei-os a ela e lhe contei como eu fora avisada por e-mail sobre alguém me abordando em shoppings ou estacionamentos, quando me seria oferecido CHEIRAR O PERFUME que eles estavam vendendo a baixo preço. ISTO NÃO E PERFUME É ÉTER!
Quando você inala éter, você desmaia. Então eles roubam a sua carteira, objetos de valor e Deus sabe o que mais. Se não fosse este e-mail, provavelmente eu teria cheirado o "perfume".
Mas, graças a generosidade de um amigo virtual, fui poupada do que poderia ter acontecido comigo. Gostaria de alerta-las do mesmo modo."
Lendas Pernambucanas
1 – A perna cabeluda
A lenda da Perna Cabeluda surgiu em Recife, Pernambuco, na década de 1970, sem haver uma data realmente marcada. Muitas são as explicações sobre a origem da lenda. Uma a vincula ao achado de uma perna humana cabeluda que se encontrava boiando no rio Capibaribe, caso que por não ter sido solucionado pela polícia transformou-se em prato cheio para a imprensa. Que inicialmente alimentou a esperança de encontrar alguém capaz de clarear o assunto, e por isso perguntou em suas páginas: De onde veio a perna? De quem era ela? Como foi parar no rio? Quem a amputou? Mas em vão... Foi quando se começou a dizer que a perna mal-assombrada corria atrás das pessoas nas ruas da capital pernambucana, tudo avalizado pelo depoimento de “testemunhas” que afirmavam terem sido perseguidas por ela. E assim continuou sendo feito por algum tempo, até que a brincadeira cansou, mas ainda continua sendo falada pelo povo.
2 – A mulher emparedada
Quase todos os recifenses que estão na sexta década de vida ou que já passaram, ouviram falar no caso, na Emparedada de Rua Nova, senão como um romance escrito pelo fundador da Academia Pernambucana de Letras, Carneiro Vilela, mas como um acontecimento trágico, o qual, por certo, marcara a vida da cidade no século XIX. Conta que uma mulher que no caso minha avó não se recorda do nome, acha que se chama Josefina, era amante de um certo homem, que em um dia enterrou-a entre duas paredes na sua casa. O caso se tornou famoso por Josefina ser uma mulher social, vivia em festa, casamentos e acontecimentos no Recife, porem começou-se a notar a falta da mulher em festas, e daí começou a lenda, ninguém sabe se é um mito ou verdade, porém o mistério ainda rola na Rua Nova.
3 – A menina sem nome
Eis o corpo dessa menina enterrado no Recife, no cemitério de Santo Amaro, bom, no seu túmulo não há nome algum, não se sabe muito sobre esta historia como em todas as outras, porem a menina sem nome vive assombrando quem anda de carro a noite no Recife, ela passa no meio da rua e os carros acabam sofrendo acidentes para desviar da criança, no Recife, ela já é considerada uma Santa! Muitos pedidos dizem ser realizados após serem pedidos a menina sem nome.
4 – Mão fina
Se você pesquisar na internet realmente não vai conseguir achar algo sobre essa lenda, ela veio do interior onde quando as crianças ficavam com mal educação na mesa, a mão fina viria por baixo da brecha da porta puxar o pé das crianças e ate arranhá- las, bom, um pouco de mal criação e ela vem, essa era a idéia, mas claro que a mão fina realmente é uma lenda.
5 – Papa Figo
O Velho do Saco parece ser uma pessoa comum, um velho meio desfigurado segurando um saco de tecido nas cortas. Diz que esse homem pega as pessoas, desmaia elas com um pouco de Éter e logo depois as coloca no saco e então leva-as ao verdadeiro Papa-Figo, um sujeito estranho, rico, que sofre de uma doença rara e sem cura. Alguns sintomas dessa doença seriam o crescimento anormal de suas orelhas ou o corpo leproso. Diz a lenda, que para aliviar os sintomas dessa terrível doença ou maldição, o Papa-Figo, precisa se alimentar do Fígado de uma criança. Feito a extração do fígado, eles costumam deixar junto com a vítima, uma grande quantia em dinheiro, que é para o enterro e também para compensar a perda junto a família. O Papa-Figo é uma espécie de Lobisomem da cidade. Nunca muda a forma. É um homem velho, sujo, vestindo farrapos, com ou sem um saco às costas, ocupando-se em raptar crianças para comer-lhes o fígado ou vendê-lo aos leprosos ricos. É alto e magro. Conforme a região é pálido, sórdido, com barba sempre por fazer. Sai à noite, às tardes, ao por do sol. Aproveita a saída das escolas, os parques onde as babás se distraem com os namorados, as praças ensombradas. Nesses ambientes atrai as crianças com gestos engraçados, ou mostrando brinquedos, dando falsos recados ou prometendo levá-las para um local onde há muita coisa bonita. No Recife assusta muitas crianças que ficam alertas a homens de orelhas grandes.
6 – Palhaço do Coqueiro
É uma lenda do Janga (bairro de Paulista-Pernambuco). Era uma vez um homem cujo pai era palhaço muito famoso. Ele sentia orgulho do pai e também queria ser palhaço. Nos palcos do circo ele não conseguia fazer ninguém rir. Ele enlouqueceu e fugiu do circo. Todos os dias que a lua era minguante ele subia em um coqueiro para observar de lá a lua, pois ela ria para ele. Quando uma nuvem tampava o sorriso da lua ele descia do coqueiro para observar outros sorrisos. Quando encontra alguém ele começa a fazer palhaçadas sem graça e caso a pessoa não ria ele a hipnotiza, bate nela e exige que ela sorria. E assim vai até que a nuvem saia de frente da lua.
7 – Comadre Fulozinha
É uma caboclinha que tem longos cabelos negros, que lhe cobrem o corpo. Consegue desaparecer sem deixar rastro e adora fazer tranças na cauda dos cavalos. Ela protege a caça contra os caçadores, desorientando-os com seus assobios e fazendo com que eles fiquem perdidos na mata. Adora receber presentes como mingau, confeitos e fumo. Para chamá-la, entre em uma mata no agreste, assovie muito mesmo e grite seu nome alto duas vezes, onde seu espírito virá te assombrar. Historia de menino num fugir para a festa de noite no interior de Pernambuco.
8 – Praça Chora Menino
No bairro da Boa Vista, centro do Recife, fica a Praça Chora Menino. Próxima ao Colégio Salesiano, à Praça do Derby e às ruas do Progresso e das Ninfas, é hoje uma simples confluência de vias. Mas sua fama e nome datam do século XIX. No ano de 1831, Recife enfrentou a revolta violenta de uma tropa insubordinada que tinha como obrigação a guarda do lugar. Soldados e civis a ela associados saquearam a cidade, cometendo todo tipo de atrocidades e assassinando centenas de moradores, entre eles muitas crianças. Essa revolta ficou conhecida como Setembrizada. As ruas ficaram repletas de corpos, e muitos deles foram enterrados no local onde hoje fica a praça Chora Menino. O nome vem de relatos que começaram a circular tempos depois da Setembrizada: dizia-se que quem passasse altas horas da noite perto da praça ouvia sempre choro de menino. Certamente tentou-se dar explicações "científicas" para o fato, de brincadeiras de estudantes a um tipo de sapo cujo coaxar seria semelhante ao choro de uma criança. Mas quem ouviu o estranho lamento nega-se a aceitar tais teorias tão pouco consistentes: o pranto fantasmagórico, por certo, não tem semelhança com sons emitidos pelos viventes.
9 - A Sedutora da Curva
Há muito tempo, quem mora no bairro de Dois Unidos, Zona norte do Recife, ouve relatos sobre o espectro de uma mulher que aparece na curva que fica próxima a uma antiga fábrica existente no local. A história mais conhecida sobre esse fantasma é a seguinte: Certo senhor, voltava para casa tarde da noite, quando já não havia ônibus circulando. Ele tinha tomado umas a mais, e por isso estava "chamando urubu de meu loro", como dizem por aí. Mesmo com a visão meio "embaçada", observou perfeitamente quando, na tal curva, aquela mulher apareceu do nada. Ela era linda e loira, muito atraente mesmo. A mulher se aproximou do sujeito, perguntou se ele tinha um cigarro para dar. O homem disse que não, mas a conversa não parou por ali. Depois de umas palavras trocadas, e de pintar um clima de paquera no ar, o desavisado senhor passou a "mão boba" nas pernas da moça. E ai percebeu que ela era magra demais. Na verdade, só tinha osso! O sujeito olhou novamente o rosto da mulher e viu uma caveira! Desesperado, ele saiu correndo e só parou na porta de casa. Bateu e tocou com veemência a campainha. Como não foi atendido prontamente, acabou derrubando a porta - tudo para tentar se esconder da terrível assombração.
10 – Cruz do Patrão
Sem dúvida, o lugar mais assombrado do Recife chama-se Cruz do Patrão. Fica onde antes existia um istmo que ligava o Recife a Olinda, às margens do Rio Beberibe. É uma coluna de alvenaria, erigida não se sabe precisamente quando, entre as fortalezas do Brum e do Buraco. Servia de baliza para os barcos que chegavam para atracar. E tornou-se ponto de encontro com almas penadas... Certamente os espíritos dos escravos arrancados de sua terra natal para perecer na jornada rumo ao cativeiro ainda vagueiam pela noite, presos pelos grilhões da injustiça. Até o século XIX, no local também eram fuzilados os militares condenados à pena capital, como o soldado João Luís dos Santos, do 1º Batalhão de Fuzileiros. Ele sucumbiu diante da saraivada de balas desferida pelos seus companheiros de farda em quatro de maio de 1850, na presença de "numerosa porção de povo", como registrou na época o Diário de Pernambuco. A Cruz do Patrão resistiu ao tempo, às investidas da maresia, à falta de cuidado que o homem tem com suas antigas construções . E, no novo milênio cristão, ela permanece, impávida, adornado com a sua beleza austera a área do Porto do Recife. Pode ser vista por quem passa na Ponte do Limoeiro, embora poucos saibam o que ela representa. O esquecimento a que está submetida seria obra dos espíritos malignos e alma penadas que habitam o lugar? Ou seria conseqüência do nosso descaso com os monumentos que preservam muito da história da cidade?
11 - Rio Capibaribe
À noite torna-se misterioso quando reproduz o brilho das luzes artificiais ou da lua cheia. Apesar de sua beleza, o Capibaribe sempre provocou temor entre os recifenses. A tradição popular fala que, naquelas águas, habitam fantasmas pecaminosos. Almas penadas de suicidas que usaram o rio como rota de fuga deste mundo cruel. Permanecem, no entanto, no limbo. No escuro da noite, seus vultos de expressões angustiadas podem ser vistos por quem se aproxima das margens mais desertas. Naquelas águas também pereceram banhistas desavisados que não resistiram à força das correntezas. Seus corpos eram encontrados quilômetros adiante, inchados e roídos pelos peixes. Seus espectros esbranquiçados ainda aparecem para pedir socorro aos viventes. Na década de 70, o Capibaribe transformou-se num verdadeiro monstro aos olhos dos moradores da cidade. Durante os períodos de chuva, o rio transbordava trazendo destruição e, muitas vezes, morte. Quando as águas baixaram e os recifenses começavam a voltar para suas casas, deu-se um dos episódio mais insólitos da história pernambucana. O boato de que a barragem de Tapacurá havia estourado levou a população a concluir que o Capibaribe viria com mais força e cobriria toda a cidade. Instaurou-se o pânico generalizado e as pessoas corriam em desespero pelas ruas: uma cena dantesca que parecia antecipar o fim-do-mundo ou imitar o cinema catástrofe americano que estava em voga na época. O boato foi desmentido, as enchentes foram contidas nos anos seguintes e o Capibaribe permanece adormecido desde então. Mas não é exagero dizer que “O cão sem plumas” – como o rio foi chamado pelo poeta João Cabral de Melo Neto – merece respeito e reverência.
12 - O Mangue da Torre
Dizem que ele se faz notar com uma risada estridente e cavernosa, "como se fosse a gargalhada de uma bruxa, que vai levar sua alma", revelam alguns. Não se pode definir a origem do som misterioso - ecoa como se viesse dos meio do arbustos que crescem por alí. E o fenômeno se repete sempre por volta da meia-noite. Uns poucos já se atreveram a tentar descobrir de onde vem a tal gargalha. Na maioria das vezes, nada viram e voltaram apavorados.
13 – Bairro de Afogados
O nome do local já tem uma origem macabra. Segundo o pesquisador pernambucano Leonardo Dantas Silva - no livro Arruando Pelo Recife - ali existia um afluente do Capibaribe chamado Rio dos Afogados “onde , em 17 de fevereiro de 1531, sete marinheiros da expedição de Martin Afonso de Souza vieram a perecer”. No começo da década de 60, uma assombração em particular trouxe medo à vida dos moradores de Afogados. Era uma bela mulher, de cabelos escuros, vestida com roupas decotadas e chamativas que caminhava sozinha pelas ruas do bairro nas horas mortas. Sem pudor, se insinuava para todo tipo de homem que cruzasse o seu caminho - jovem ou velho, solteiro ou casado, pobre ou rico. Quando o desavisado caia em seus encantos, era levado para um beco escuro. Ao se entregar às caríciais da moça, a vítima descobria que estava abraçado a uma caveira! Os corajosos ainda saíam correndo em pânico. Os covardes só eram encontrados pela manhã, desacordados.
14 - Teatro de Santa Isabel
No coração do Recife, em frente à Praça da República, ao lado dos Palácios do Governo e da Justiça, fica o imponente prédio do Teatro de Santa Isabel, um primor da arquitetura neoclássica do século XIX. Foi construído pelo engenheiro francês Louis Lérger Vauthier entre 1841 e 1850. Mas, por trás de uma fachada imponente, cheia de significados para a história de Pernambuco, o Teatro de Santa Isabel esconde mistérios insondáveis. Nos camarins, na platéia, nos corredores e camarotes, desfilam visagens e são ouvidos sons arrepiantes que se confundem com as muitas lembranças guardadas no prédio. "O que se murmura entre os empregados antigos e discretos do Santa Isabel é que em noites burocraticamente silenciosas se ouvem, no ilustre recinto, ruídos e aplausos, palmas, gritos de entusiasmo de uma multidão apenas psíquica. Mas sem que se possa precisar a que ou a quem são os seus aplausos de bocas e mãos que não aparecem."
A lenda da Perna Cabeluda surgiu em Recife, Pernambuco, na década de 1970, sem haver uma data realmente marcada. Muitas são as explicações sobre a origem da lenda. Uma a vincula ao achado de uma perna humana cabeluda que se encontrava boiando no rio Capibaribe, caso que por não ter sido solucionado pela polícia transformou-se em prato cheio para a imprensa. Que inicialmente alimentou a esperança de encontrar alguém capaz de clarear o assunto, e por isso perguntou em suas páginas: De onde veio a perna? De quem era ela? Como foi parar no rio? Quem a amputou? Mas em vão... Foi quando se começou a dizer que a perna mal-assombrada corria atrás das pessoas nas ruas da capital pernambucana, tudo avalizado pelo depoimento de “testemunhas” que afirmavam terem sido perseguidas por ela. E assim continuou sendo feito por algum tempo, até que a brincadeira cansou, mas ainda continua sendo falada pelo povo.
2 – A mulher emparedada
Quase todos os recifenses que estão na sexta década de vida ou que já passaram, ouviram falar no caso, na Emparedada de Rua Nova, senão como um romance escrito pelo fundador da Academia Pernambucana de Letras, Carneiro Vilela, mas como um acontecimento trágico, o qual, por certo, marcara a vida da cidade no século XIX. Conta que uma mulher que no caso minha avó não se recorda do nome, acha que se chama Josefina, era amante de um certo homem, que em um dia enterrou-a entre duas paredes na sua casa. O caso se tornou famoso por Josefina ser uma mulher social, vivia em festa, casamentos e acontecimentos no Recife, porem começou-se a notar a falta da mulher em festas, e daí começou a lenda, ninguém sabe se é um mito ou verdade, porém o mistério ainda rola na Rua Nova.
3 – A menina sem nome
Eis o corpo dessa menina enterrado no Recife, no cemitério de Santo Amaro, bom, no seu túmulo não há nome algum, não se sabe muito sobre esta historia como em todas as outras, porem a menina sem nome vive assombrando quem anda de carro a noite no Recife, ela passa no meio da rua e os carros acabam sofrendo acidentes para desviar da criança, no Recife, ela já é considerada uma Santa! Muitos pedidos dizem ser realizados após serem pedidos a menina sem nome.
4 – Mão fina
Se você pesquisar na internet realmente não vai conseguir achar algo sobre essa lenda, ela veio do interior onde quando as crianças ficavam com mal educação na mesa, a mão fina viria por baixo da brecha da porta puxar o pé das crianças e ate arranhá- las, bom, um pouco de mal criação e ela vem, essa era a idéia, mas claro que a mão fina realmente é uma lenda.
5 – Papa Figo
O Velho do Saco parece ser uma pessoa comum, um velho meio desfigurado segurando um saco de tecido nas cortas. Diz que esse homem pega as pessoas, desmaia elas com um pouco de Éter e logo depois as coloca no saco e então leva-as ao verdadeiro Papa-Figo, um sujeito estranho, rico, que sofre de uma doença rara e sem cura. Alguns sintomas dessa doença seriam o crescimento anormal de suas orelhas ou o corpo leproso. Diz a lenda, que para aliviar os sintomas dessa terrível doença ou maldição, o Papa-Figo, precisa se alimentar do Fígado de uma criança. Feito a extração do fígado, eles costumam deixar junto com a vítima, uma grande quantia em dinheiro, que é para o enterro e também para compensar a perda junto a família. O Papa-Figo é uma espécie de Lobisomem da cidade. Nunca muda a forma. É um homem velho, sujo, vestindo farrapos, com ou sem um saco às costas, ocupando-se em raptar crianças para comer-lhes o fígado ou vendê-lo aos leprosos ricos. É alto e magro. Conforme a região é pálido, sórdido, com barba sempre por fazer. Sai à noite, às tardes, ao por do sol. Aproveita a saída das escolas, os parques onde as babás se distraem com os namorados, as praças ensombradas. Nesses ambientes atrai as crianças com gestos engraçados, ou mostrando brinquedos, dando falsos recados ou prometendo levá-las para um local onde há muita coisa bonita. No Recife assusta muitas crianças que ficam alertas a homens de orelhas grandes.
6 – Palhaço do Coqueiro
É uma lenda do Janga (bairro de Paulista-Pernambuco). Era uma vez um homem cujo pai era palhaço muito famoso. Ele sentia orgulho do pai e também queria ser palhaço. Nos palcos do circo ele não conseguia fazer ninguém rir. Ele enlouqueceu e fugiu do circo. Todos os dias que a lua era minguante ele subia em um coqueiro para observar de lá a lua, pois ela ria para ele. Quando uma nuvem tampava o sorriso da lua ele descia do coqueiro para observar outros sorrisos. Quando encontra alguém ele começa a fazer palhaçadas sem graça e caso a pessoa não ria ele a hipnotiza, bate nela e exige que ela sorria. E assim vai até que a nuvem saia de frente da lua.
7 – Comadre Fulozinha
É uma caboclinha que tem longos cabelos negros, que lhe cobrem o corpo. Consegue desaparecer sem deixar rastro e adora fazer tranças na cauda dos cavalos. Ela protege a caça contra os caçadores, desorientando-os com seus assobios e fazendo com que eles fiquem perdidos na mata. Adora receber presentes como mingau, confeitos e fumo. Para chamá-la, entre em uma mata no agreste, assovie muito mesmo e grite seu nome alto duas vezes, onde seu espírito virá te assombrar. Historia de menino num fugir para a festa de noite no interior de Pernambuco.
8 – Praça Chora Menino
No bairro da Boa Vista, centro do Recife, fica a Praça Chora Menino. Próxima ao Colégio Salesiano, à Praça do Derby e às ruas do Progresso e das Ninfas, é hoje uma simples confluência de vias. Mas sua fama e nome datam do século XIX. No ano de 1831, Recife enfrentou a revolta violenta de uma tropa insubordinada que tinha como obrigação a guarda do lugar. Soldados e civis a ela associados saquearam a cidade, cometendo todo tipo de atrocidades e assassinando centenas de moradores, entre eles muitas crianças. Essa revolta ficou conhecida como Setembrizada. As ruas ficaram repletas de corpos, e muitos deles foram enterrados no local onde hoje fica a praça Chora Menino. O nome vem de relatos que começaram a circular tempos depois da Setembrizada: dizia-se que quem passasse altas horas da noite perto da praça ouvia sempre choro de menino. Certamente tentou-se dar explicações "científicas" para o fato, de brincadeiras de estudantes a um tipo de sapo cujo coaxar seria semelhante ao choro de uma criança. Mas quem ouviu o estranho lamento nega-se a aceitar tais teorias tão pouco consistentes: o pranto fantasmagórico, por certo, não tem semelhança com sons emitidos pelos viventes.
9 - A Sedutora da Curva
Há muito tempo, quem mora no bairro de Dois Unidos, Zona norte do Recife, ouve relatos sobre o espectro de uma mulher que aparece na curva que fica próxima a uma antiga fábrica existente no local. A história mais conhecida sobre esse fantasma é a seguinte: Certo senhor, voltava para casa tarde da noite, quando já não havia ônibus circulando. Ele tinha tomado umas a mais, e por isso estava "chamando urubu de meu loro", como dizem por aí. Mesmo com a visão meio "embaçada", observou perfeitamente quando, na tal curva, aquela mulher apareceu do nada. Ela era linda e loira, muito atraente mesmo. A mulher se aproximou do sujeito, perguntou se ele tinha um cigarro para dar. O homem disse que não, mas a conversa não parou por ali. Depois de umas palavras trocadas, e de pintar um clima de paquera no ar, o desavisado senhor passou a "mão boba" nas pernas da moça. E ai percebeu que ela era magra demais. Na verdade, só tinha osso! O sujeito olhou novamente o rosto da mulher e viu uma caveira! Desesperado, ele saiu correndo e só parou na porta de casa. Bateu e tocou com veemência a campainha. Como não foi atendido prontamente, acabou derrubando a porta - tudo para tentar se esconder da terrível assombração.
10 – Cruz do Patrão
Sem dúvida, o lugar mais assombrado do Recife chama-se Cruz do Patrão. Fica onde antes existia um istmo que ligava o Recife a Olinda, às margens do Rio Beberibe. É uma coluna de alvenaria, erigida não se sabe precisamente quando, entre as fortalezas do Brum e do Buraco. Servia de baliza para os barcos que chegavam para atracar. E tornou-se ponto de encontro com almas penadas... Certamente os espíritos dos escravos arrancados de sua terra natal para perecer na jornada rumo ao cativeiro ainda vagueiam pela noite, presos pelos grilhões da injustiça. Até o século XIX, no local também eram fuzilados os militares condenados à pena capital, como o soldado João Luís dos Santos, do 1º Batalhão de Fuzileiros. Ele sucumbiu diante da saraivada de balas desferida pelos seus companheiros de farda em quatro de maio de 1850, na presença de "numerosa porção de povo", como registrou na época o Diário de Pernambuco. A Cruz do Patrão resistiu ao tempo, às investidas da maresia, à falta de cuidado que o homem tem com suas antigas construções . E, no novo milênio cristão, ela permanece, impávida, adornado com a sua beleza austera a área do Porto do Recife. Pode ser vista por quem passa na Ponte do Limoeiro, embora poucos saibam o que ela representa. O esquecimento a que está submetida seria obra dos espíritos malignos e alma penadas que habitam o lugar? Ou seria conseqüência do nosso descaso com os monumentos que preservam muito da história da cidade?
11 - Rio Capibaribe
À noite torna-se misterioso quando reproduz o brilho das luzes artificiais ou da lua cheia. Apesar de sua beleza, o Capibaribe sempre provocou temor entre os recifenses. A tradição popular fala que, naquelas águas, habitam fantasmas pecaminosos. Almas penadas de suicidas que usaram o rio como rota de fuga deste mundo cruel. Permanecem, no entanto, no limbo. No escuro da noite, seus vultos de expressões angustiadas podem ser vistos por quem se aproxima das margens mais desertas. Naquelas águas também pereceram banhistas desavisados que não resistiram à força das correntezas. Seus corpos eram encontrados quilômetros adiante, inchados e roídos pelos peixes. Seus espectros esbranquiçados ainda aparecem para pedir socorro aos viventes. Na década de 70, o Capibaribe transformou-se num verdadeiro monstro aos olhos dos moradores da cidade. Durante os períodos de chuva, o rio transbordava trazendo destruição e, muitas vezes, morte. Quando as águas baixaram e os recifenses começavam a voltar para suas casas, deu-se um dos episódio mais insólitos da história pernambucana. O boato de que a barragem de Tapacurá havia estourado levou a população a concluir que o Capibaribe viria com mais força e cobriria toda a cidade. Instaurou-se o pânico generalizado e as pessoas corriam em desespero pelas ruas: uma cena dantesca que parecia antecipar o fim-do-mundo ou imitar o cinema catástrofe americano que estava em voga na época. O boato foi desmentido, as enchentes foram contidas nos anos seguintes e o Capibaribe permanece adormecido desde então. Mas não é exagero dizer que “O cão sem plumas” – como o rio foi chamado pelo poeta João Cabral de Melo Neto – merece respeito e reverência.
12 - O Mangue da Torre
Dizem que ele se faz notar com uma risada estridente e cavernosa, "como se fosse a gargalhada de uma bruxa, que vai levar sua alma", revelam alguns. Não se pode definir a origem do som misterioso - ecoa como se viesse dos meio do arbustos que crescem por alí. E o fenômeno se repete sempre por volta da meia-noite. Uns poucos já se atreveram a tentar descobrir de onde vem a tal gargalha. Na maioria das vezes, nada viram e voltaram apavorados.
13 – Bairro de Afogados
O nome do local já tem uma origem macabra. Segundo o pesquisador pernambucano Leonardo Dantas Silva - no livro Arruando Pelo Recife - ali existia um afluente do Capibaribe chamado Rio dos Afogados “onde , em 17 de fevereiro de 1531, sete marinheiros da expedição de Martin Afonso de Souza vieram a perecer”. No começo da década de 60, uma assombração em particular trouxe medo à vida dos moradores de Afogados. Era uma bela mulher, de cabelos escuros, vestida com roupas decotadas e chamativas que caminhava sozinha pelas ruas do bairro nas horas mortas. Sem pudor, se insinuava para todo tipo de homem que cruzasse o seu caminho - jovem ou velho, solteiro ou casado, pobre ou rico. Quando o desavisado caia em seus encantos, era levado para um beco escuro. Ao se entregar às caríciais da moça, a vítima descobria que estava abraçado a uma caveira! Os corajosos ainda saíam correndo em pânico. Os covardes só eram encontrados pela manhã, desacordados.
14 - Teatro de Santa Isabel
No coração do Recife, em frente à Praça da República, ao lado dos Palácios do Governo e da Justiça, fica o imponente prédio do Teatro de Santa Isabel, um primor da arquitetura neoclássica do século XIX. Foi construído pelo engenheiro francês Louis Lérger Vauthier entre 1841 e 1850. Mas, por trás de uma fachada imponente, cheia de significados para a história de Pernambuco, o Teatro de Santa Isabel esconde mistérios insondáveis. Nos camarins, na platéia, nos corredores e camarotes, desfilam visagens e são ouvidos sons arrepiantes que se confundem com as muitas lembranças guardadas no prédio. "O que se murmura entre os empregados antigos e discretos do Santa Isabel é que em noites burocraticamente silenciosas se ouvem, no ilustre recinto, ruídos e aplausos, palmas, gritos de entusiasmo de uma multidão apenas psíquica. Mas sem que se possa precisar a que ou a quem são os seus aplausos de bocas e mãos que não aparecem."
"A foto do menino morto"
"Mais uma das fotos para espantar internautas, pessoalmente eu só vejo uma mancha preta nessa foto, com um certo contorno que lembra um ser humano. Esse texto segue a mesma linha da famosa menina do corredor. Ainda acharei o charlatão responsável por essas histórias, aqui vai a lenda:
- Você não deve fixar o olhar nesta foto
- Não deve nunca olhar nos olhos do menino por mais de 5 segundos
- Se começar a se sentir inquieto "feche" a foto
- Se sentir uma incontrolável vontade de ficar olhando APAGUE a foto de seu micro.
Esta foto foi tirada em 1985, em frente a casa do menino, por um tio do mesmo.
O menino nascido em maio de 1972, teve uma morte sem explicação em dezembro de 1978, neste mesmo local em onde foi tirada a foto. Ninguém sabe qual foi a causa da morte, ele estava com um ursinho de pelúcia nas mãos quando morreu.
O ursinho foi recolocado no quarto do menino que ficou trancado durante 1 semana enquanto a família se recuperava do choque, quando o quarto foi aberto, o ursinho havia desaparecido.
O menino reaparece na foto 7 anos após sua morte, no mesmo local, e com o ursinho desaparecido
Quando a foto foi tirada, não havia ninguém, nem nada no local
O local da foto é uma cidade do interior de São Paulo, cujo nome não deve ser revelado.
Vários fotógrafos analisaram a foto e o negativo e afirmaram ser legítima.
Várias pessoas ligadas ao incidente também morreram de formas estranhas.
O jornal da cidade publicou uma reportagem na época, estranhamente, ao tentar reproduzir a foto, o jornal obteve apenas uma mancha preta indecifrável, o jornalista que fez a matéria, desapareceu semanas depois e nunca mais foi visto.
Fotógrafos e especialistas caracterizaram a figura como um fotespelhotefacto onde, dependendo do foco, torna disforme outras partes da foto, algumas pessoas acreditam que esta foto representa um espectro de uma outra dimensão paralela, onde viveriam as pessoas que já não estão mais neste mundo.
Detalhes interessantes
- Várias pessoas dizem não ver o menino na foto.
- Algumas pessoas não vêem a imagem do menino, mas vêem a imagem de outras pessoas (normalmente mortas) famosas ou parentes;
- Algumas poucas pessoas dizem ver a imagem se movimentando, fazendo sinais com o braço e a cabeça.
A procedência desta foto ainda é um tanto desconhecida, pois a pessoa que nos enviou não quer ser identificada, a família está bastante transtornada com esses fenômenos (este da foto não foi o único), e não quer ser alvo de piadas, nem de programas de TV e jornais sensacionalista.
Fatos estranhos costumam ocorrer com algumas pessoas que observam a foto (por isso a advertência), muitos atribuídos ao espírito do menino que de acordo com especialistas, ainda vaga pela Terra, e pela casa onde a foto foi tirada. Dizem que se alguém tem uma morte prematura, permanece em um plano paralelo até que complete o seu ciclo. Muitas vezes estas pessoas por algum motivo conseguem transpor a barreira das dimensões e aparecer para os vivos, por forma de fotografias e muitas outras formas. Há quem jure que já viu alguma pessoa morta em uma TV fora do ar por exemplo.
Recomendamos não olhar a foto durante muito tempo.
Cuidado!!!
Nós aconselhamos às pessoas que tem alucinações ou algum tipo de problema ligada à esses fenômenos não precisa ver a foto!!!!"
- Você não deve fixar o olhar nesta foto
- Não deve nunca olhar nos olhos do menino por mais de 5 segundos
- Se começar a se sentir inquieto "feche" a foto
- Se sentir uma incontrolável vontade de ficar olhando APAGUE a foto de seu micro.
Esta foto foi tirada em 1985, em frente a casa do menino, por um tio do mesmo.
O menino nascido em maio de 1972, teve uma morte sem explicação em dezembro de 1978, neste mesmo local em onde foi tirada a foto. Ninguém sabe qual foi a causa da morte, ele estava com um ursinho de pelúcia nas mãos quando morreu.
O ursinho foi recolocado no quarto do menino que ficou trancado durante 1 semana enquanto a família se recuperava do choque, quando o quarto foi aberto, o ursinho havia desaparecido.
O menino reaparece na foto 7 anos após sua morte, no mesmo local, e com o ursinho desaparecido
Quando a foto foi tirada, não havia ninguém, nem nada no local
O local da foto é uma cidade do interior de São Paulo, cujo nome não deve ser revelado.
Vários fotógrafos analisaram a foto e o negativo e afirmaram ser legítima.
Várias pessoas ligadas ao incidente também morreram de formas estranhas.
O jornal da cidade publicou uma reportagem na época, estranhamente, ao tentar reproduzir a foto, o jornal obteve apenas uma mancha preta indecifrável, o jornalista que fez a matéria, desapareceu semanas depois e nunca mais foi visto.
Fotógrafos e especialistas caracterizaram a figura como um fotespelhotefacto onde, dependendo do foco, torna disforme outras partes da foto, algumas pessoas acreditam que esta foto representa um espectro de uma outra dimensão paralela, onde viveriam as pessoas que já não estão mais neste mundo.
Detalhes interessantes
- Várias pessoas dizem não ver o menino na foto.
- Algumas pessoas não vêem a imagem do menino, mas vêem a imagem de outras pessoas (normalmente mortas) famosas ou parentes;
- Algumas poucas pessoas dizem ver a imagem se movimentando, fazendo sinais com o braço e a cabeça.
A procedência desta foto ainda é um tanto desconhecida, pois a pessoa que nos enviou não quer ser identificada, a família está bastante transtornada com esses fenômenos (este da foto não foi o único), e não quer ser alvo de piadas, nem de programas de TV e jornais sensacionalista.
Fatos estranhos costumam ocorrer com algumas pessoas que observam a foto (por isso a advertência), muitos atribuídos ao espírito do menino que de acordo com especialistas, ainda vaga pela Terra, e pela casa onde a foto foi tirada. Dizem que se alguém tem uma morte prematura, permanece em um plano paralelo até que complete o seu ciclo. Muitas vezes estas pessoas por algum motivo conseguem transpor a barreira das dimensões e aparecer para os vivos, por forma de fotografias e muitas outras formas. Há quem jure que já viu alguma pessoa morta em uma TV fora do ar por exemplo.
Recomendamos não olhar a foto durante muito tempo.
Cuidado!!!
Nós aconselhamos às pessoas que tem alucinações ou algum tipo de problema ligada à esses fenômenos não precisa ver a foto!!!!"
"Agulha no cinema"
Cuidado freqüentador de cinemas e teatros! Em São Paulo aconteceu de um rapaz entrar em um cinema, e ao sentar-se sentiu uma espetada. Quando passou a mão na cadeira achou um alfinete e um papelzinho que dizia: "Bem vindo ao mundo real, agora você também faz parte do mundo do soro-positivo".
O rapaz desesperado fez os testes e realmente foi confirmada que ele tinha o vírus HIV, a agulha estava contaminada.Por isso ao irem ao cinema ou ao teatro prestem muita atenção antes de sentarem.
"O Canavial"
No interior de Minas Gerais muitos "causos" misteriosos são contados .
Um causo muito estranho aconteceu numa cidadezinha, cuja fonte de renda era a cultura de cana de açúcar. Das grandes fazendas aos sítios, a única coisa que se via eram grandes roças de cana.
Numa dessas fazendas, que abrigavam colonos de toda parte do país, conta-se que um casal de nordestinos chegou e pediu emprego. Além do emprego, deram a eles um casebre, próximo a roça, para que morassem.
O casebre era bem isolado dos demais, pelo fato de ser um dos mais antigos. Os outros colonos achavam o novo casal muito estranho, quase não conversavam e não participavam da missa de domingo.
A mulher, que mais parecia um bicho do mato, estava grávida, mas mesmo assim todas as madrugadas ela ia para a roça cortar cana. Num dia muito quente, desses que parece que até o chão ferve, um incidente muito triste ocorreu. O marido da "Bicho do Mato"- como era conhecida aquela estranha mulher - fora picado por uma cobra e faleceu em poucas horas.
"Bicho do Mato" ficou mais transtornada e mais estranha ainda. Até as crianças tinham medo dela. Ela continuo cortando cana até o nascimento do filho.
Quando o bebê nasceu, "Bicho do Mato" sumiu ... não cortava mais cana, não abria a porta do casebre para ninguém. As colônias diziam que ela estava de resguardo e como era muito orgulhosa, não aceitava ajuda de ninguém.
Coincidentemente, na mesma época do seu "sumiço", escutava-se todas as noites, um bebê chorando no canavial. Os bóias frias ficaram encucados com aquele choro e um dia resolveram procurar ... Eles andavam, andavam e nada de encontrar o bebê. Quando se aproximaram do casebre, notaram que o choro ficou mais forte, parecendo que vinha de baixo da terra. No dia seguinte voltaram e arrancaram o pé de cana. Para espanto de todos, encontraram o corpo de um bebê já em estado de decomposição. O dono da fazenda chamou a polícia e eles invadiram o casebre. Encontraram "Bicho do Mato" encolhida no canto do casebre como uma louca. O fogão de lenha estava manchado de sangue.
Descobriu-se depois que ela matou seu próprio filho, socando sua cabeça na beira do fogão e depois o enterrou no canavial.
A mulher foi levada para um sanatório e o bebê foi enterrado numa cova digna, no cemitério da fazenda, onde o padre rezou uma missa pedindo por sua alma.
Depois disso, nunca mais ninguém ouviu o choro do bebê...
Um causo muito estranho aconteceu numa cidadezinha, cuja fonte de renda era a cultura de cana de açúcar. Das grandes fazendas aos sítios, a única coisa que se via eram grandes roças de cana.
Numa dessas fazendas, que abrigavam colonos de toda parte do país, conta-se que um casal de nordestinos chegou e pediu emprego. Além do emprego, deram a eles um casebre, próximo a roça, para que morassem.
O casebre era bem isolado dos demais, pelo fato de ser um dos mais antigos. Os outros colonos achavam o novo casal muito estranho, quase não conversavam e não participavam da missa de domingo.
A mulher, que mais parecia um bicho do mato, estava grávida, mas mesmo assim todas as madrugadas ela ia para a roça cortar cana. Num dia muito quente, desses que parece que até o chão ferve, um incidente muito triste ocorreu. O marido da "Bicho do Mato"- como era conhecida aquela estranha mulher - fora picado por uma cobra e faleceu em poucas horas.
"Bicho do Mato" ficou mais transtornada e mais estranha ainda. Até as crianças tinham medo dela. Ela continuo cortando cana até o nascimento do filho.
Quando o bebê nasceu, "Bicho do Mato" sumiu ... não cortava mais cana, não abria a porta do casebre para ninguém. As colônias diziam que ela estava de resguardo e como era muito orgulhosa, não aceitava ajuda de ninguém.
Coincidentemente, na mesma época do seu "sumiço", escutava-se todas as noites, um bebê chorando no canavial. Os bóias frias ficaram encucados com aquele choro e um dia resolveram procurar ... Eles andavam, andavam e nada de encontrar o bebê. Quando se aproximaram do casebre, notaram que o choro ficou mais forte, parecendo que vinha de baixo da terra. No dia seguinte voltaram e arrancaram o pé de cana. Para espanto de todos, encontraram o corpo de um bebê já em estado de decomposição. O dono da fazenda chamou a polícia e eles invadiram o casebre. Encontraram "Bicho do Mato" encolhida no canto do casebre como uma louca. O fogão de lenha estava manchado de sangue.
Descobriu-se depois que ela matou seu próprio filho, socando sua cabeça na beira do fogão e depois o enterrou no canavial.
A mulher foi levada para um sanatório e o bebê foi enterrado numa cova digna, no cemitério da fazenda, onde o padre rezou uma missa pedindo por sua alma.
Depois disso, nunca mais ninguém ouviu o choro do bebê...
"Os Babás"
Babás, no candomblé, são espíritos de mortos, convocados para voltar ao nosso
plano com alguma finalidade. Para invocar um babá, a mãe-de-santo vai ao túmulo
da pessoa junto com um grupo de adeptos e realiza um ritual, de que faz parte a
colocação, sobre a tumba, de uma certa roupa, às vezes colorida, às vezes coberta
de espelhos ou adornos, que será ocupada pelo espírito reanimado. Vários babás são
então reunidos em uma casa, onde chegam os adeptos e os convidados para assistir
a cerimônia. Depois que todos entram, um círculo de babás homens cerca a casa;
para quem vê, são tecidos que flutuam no ar como se estivessem pendurados num
varal, um ao lado do outro. A partir desse instante ninguém mais pode entrar ou sair
da casa. Lá dentro, numa sala iluminada, os convidados assistem à entrada dos
babás. As peças de roupa atravessam as frestas das portas fechadas, e uma vez
dentro da sala, inicia-se uma dança (se é que pode se chamar assim), ao ritmo dos
tambores e das palavras da mãe-de-santo. As crianças geralmente se encolhem
debaixo dos bancos, transidas de pavor. É proibido duvidar do que está
acontecendo; se alguém se manifesta ou deixa transparecer um traço de ceticismo, é
convidada a se aproximar. Se a pessoa tem boas relações com a mãe-de-santo, esta
simplesmente faz com que um dos babás deixe a roupa por um momento; a roupa
cai ao chão imediatamente; a mãe-de-santo então renvoca o babá e a roupa
novamente flutua e dança. Mas se a pessoa não for amiga da mãe-de-santo, ou for
um desconhecido, a mãe-de-santo simplesmente convida a pessoa a tocar no babá
para ver se é de verdade. Acontece que tocar num babá é a última coisa que alguém
em sã consciência deve fazer; a pessoa pode levar semanas para se recuperar da
surra que levará. Por isso, ninguém se atreve a se aproximar da casa durante a
cerimônia, rodeada pelo círculo de babás homens. A casa de algumas mães-de-santo
é guardada à noite por um par de babás, e ela dorme com as portas e janelas abertas
porque sabe que nenhum ladrão ousará chegar perto de uma casa com essa
proteção. Uma mãe-de-santo advertira os filhos para não
chegar tarde, pois a partir das dez da noite os babás ficavam de prontidão; certa
noite ele se esqueceu e chegou às três, e ao tentar entrar em casa foi sovado pelos
babás até quase morrer. A mãe-de-santo não pôde fazer nada, pois sabia que nada
podia ser feito; esperou os babás terminarem e então levou o filho para dentro, para
tratar seus ferimentos com os ungüentos do candomblé.
plano com alguma finalidade. Para invocar um babá, a mãe-de-santo vai ao túmulo
da pessoa junto com um grupo de adeptos e realiza um ritual, de que faz parte a
colocação, sobre a tumba, de uma certa roupa, às vezes colorida, às vezes coberta
de espelhos ou adornos, que será ocupada pelo espírito reanimado. Vários babás são
então reunidos em uma casa, onde chegam os adeptos e os convidados para assistir
a cerimônia. Depois que todos entram, um círculo de babás homens cerca a casa;
para quem vê, são tecidos que flutuam no ar como se estivessem pendurados num
varal, um ao lado do outro. A partir desse instante ninguém mais pode entrar ou sair
da casa. Lá dentro, numa sala iluminada, os convidados assistem à entrada dos
babás. As peças de roupa atravessam as frestas das portas fechadas, e uma vez
dentro da sala, inicia-se uma dança (se é que pode se chamar assim), ao ritmo dos
tambores e das palavras da mãe-de-santo. As crianças geralmente se encolhem
debaixo dos bancos, transidas de pavor. É proibido duvidar do que está
acontecendo; se alguém se manifesta ou deixa transparecer um traço de ceticismo, é
convidada a se aproximar. Se a pessoa tem boas relações com a mãe-de-santo, esta
simplesmente faz com que um dos babás deixe a roupa por um momento; a roupa
cai ao chão imediatamente; a mãe-de-santo então renvoca o babá e a roupa
novamente flutua e dança. Mas se a pessoa não for amiga da mãe-de-santo, ou for
um desconhecido, a mãe-de-santo simplesmente convida a pessoa a tocar no babá
para ver se é de verdade. Acontece que tocar num babá é a última coisa que alguém
em sã consciência deve fazer; a pessoa pode levar semanas para se recuperar da
surra que levará. Por isso, ninguém se atreve a se aproximar da casa durante a
cerimônia, rodeada pelo círculo de babás homens. A casa de algumas mães-de-santo
é guardada à noite por um par de babás, e ela dorme com as portas e janelas abertas
porque sabe que nenhum ladrão ousará chegar perto de uma casa com essa
proteção. Uma mãe-de-santo advertira os filhos para não
chegar tarde, pois a partir das dez da noite os babás ficavam de prontidão; certa
noite ele se esqueceu e chegou às três, e ao tentar entrar em casa foi sovado pelos
babás até quase morrer. A mãe-de-santo não pôde fazer nada, pois sabia que nada
podia ser feito; esperou os babás terminarem e então levou o filho para dentro, para
tratar seus ferimentos com os ungüentos do candomblé.
"Risadas na madrugada"
Essa foi uma lenda enviada por ccallista@bol.com.br de SP:
"Havia um casal que tinha acabado de se casar e se mudar pro novo lar. No quarto de casal ainda não tinha decoração, só a cama e o guarda-roupa. Então resolveram passar numa feira pra comprar alguns objetos.
Aí acharam um par de quadros. O primeiro era o rosto de uma menina e o segundo, de um menino. Levaram e colocaram na parede em frente à cama.
Nessa noite, de repente o marido acorda com umas risadinhas. Ele cutuca a mulher e pede pra ela parar de rir, que ele queria dormir. Mas não era ela. Ele pensou que a mulher era sonâmbula e voltou a dormir.
Na noite seguinte, ouviram mais risadas, mais nítidas. A mulher também tinha acordado. Acenderam a luz e não viram nada de estranho.
Na outra noite, foram acordados com risadas infantis e barulhos de passos correndo no carpete. Quando o marido acendeu a luz, olharam pra parede e tomaram um susto: os meninos não estavam nos quadros! Neles, só haviam duas paisagens melancólicas..."
Aí acharam um par de quadros. O primeiro era o rosto de uma menina e o segundo, de um menino. Levaram e colocaram na parede em frente à cama.
Nessa noite, de repente o marido acorda com umas risadinhas. Ele cutuca a mulher e pede pra ela parar de rir, que ele queria dormir. Mas não era ela. Ele pensou que a mulher era sonâmbula e voltou a dormir.
Na noite seguinte, ouviram mais risadas, mais nítidas. A mulher também tinha acordado. Acenderam a luz e não viram nada de estranho.
Na outra noite, foram acordados com risadas infantis e barulhos de passos correndo no carpete. Quando o marido acendeu a luz, olharam pra parede e tomaram um susto: os meninos não estavam nos quadros! Neles, só haviam duas paisagens melancólicas..."
"O roubo do rim"
Um garoto sai para curtir a noite em um bar. Lá conhece uma mulher linda, e eles começam a conversar e a beber. Pinta então um clima, e ela o convida para ir ao seu apartamento. Chegando lá o oferece mais uma bebida e o rapaz não percebe que ela colocou algo dentro.
No dia seguinte ele acorda em uma banheira cheia de gelo, ele então ainda meio tonto pelo efeito da droga encontra ao lado da banheira um bilhete que diz: "Ligue rápido para o hospital ou vai morrer". Ele liga, conta o que aconteceu e é orientado para verificar se existem duas incisões nas costas na altura dos rins. É então que percebe que teve os dois rins roubados.
No dia seguinte ele acorda em uma banheira cheia de gelo, ele então ainda meio tonto pelo efeito da droga encontra ao lado da banheira um bilhete que diz: "Ligue rápido para o hospital ou vai morrer". Ele liga, conta o que aconteceu e é orientado para verificar se existem duas incisões nas costas na altura dos rins. É então que percebe que teve os dois rins roubados.
terça-feira, 4 de maio de 2010
"Uma Criança..."
Finalmente e acelebração do casamento acabara,ele não podia mais
suportar o desejo de ter sua amada nos braços, sentir aquele corpo sob o
seu,calor daquela pele; o motorista ia rápido pela estrada que os
levariam para o sitio de seus pais,ele estava calada, talvez fosse a
emoção...
Chegamos finalmente, o motorista desceu as bagagens e se foi, não havia
mais ninguém, ela tinha um olhar vazio, no salão principal havia uma
lareira, afinal no inverno era sempre muito frio,ele pegou as malas e levou
ao quarto, ela subiu em passos lentos, foi para o banheiro e se trocou,pôs
uma camisola negra, de seda, com uma renda bem trabalhada no decote.
Ele a abraçou, e sorriu, ela permanecia em um silencio frio, um olhar
parado...
Deitou-se na cama, ele começou a beija-la, abraça-la, a pele dela estava fria, e muito branca,um vento gelado entrava por alguma fresta,
meio que inexplicavel, ele começou a tremer de frio,o vento se tornou mais forte, os cabelos de sua amada pareciam se tornar mais
pretos a cada vez que a beijava, e os lábios estavam vermelhos e
entreabertos, os olhos parados para o teto, quando não mais supotava o
frio se levantou e foi buscar a janela que permitia tal vento de lhe ivadir a
princidade, desceu as escadas, voltou pelo corredor, e nenhuma fresta
pode ver, mas ao entrar novamente no quarto elhou olhou estarrecido, quem
jazia deitado não era sua doce amada, e sim, uma criança de poucos anos,
muito branca, com os lábios muitos vermelhos, e o corpo coberto de
sangue...Nunca soube que aquela que ele abusara no inicio
de sua adolescência, que havia morrido naquele inverno em pleno galpão de
ferramentas que havia nos fundos...
suportar o desejo de ter sua amada nos braços, sentir aquele corpo sob o
seu,calor daquela pele; o motorista ia rápido pela estrada que os
levariam para o sitio de seus pais,ele estava calada, talvez fosse a
emoção...
Chegamos finalmente, o motorista desceu as bagagens e se foi, não havia
mais ninguém, ela tinha um olhar vazio, no salão principal havia uma
lareira, afinal no inverno era sempre muito frio,ele pegou as malas e levou
ao quarto, ela subiu em passos lentos, foi para o banheiro e se trocou,pôs
uma camisola negra, de seda, com uma renda bem trabalhada no decote.
Ele a abraçou, e sorriu, ela permanecia em um silencio frio, um olhar
parado...
Deitou-se na cama, ele começou a beija-la, abraça-la, a pele dela estava fria, e muito branca,um vento gelado entrava por alguma fresta,
meio que inexplicavel, ele começou a tremer de frio,o vento se tornou mais forte, os cabelos de sua amada pareciam se tornar mais
pretos a cada vez que a beijava, e os lábios estavam vermelhos e
entreabertos, os olhos parados para o teto, quando não mais supotava o
frio se levantou e foi buscar a janela que permitia tal vento de lhe ivadir a
princidade, desceu as escadas, voltou pelo corredor, e nenhuma fresta
pode ver, mas ao entrar novamente no quarto elhou olhou estarrecido, quem
jazia deitado não era sua doce amada, e sim, uma criança de poucos anos,
muito branca, com os lábios muitos vermelhos, e o corpo coberto de
sangue...Nunca soube que aquela que ele abusara no inicio
de sua adolescência, que havia morrido naquele inverno em pleno galpão de
ferramentas que havia nos fundos...
MORTES MACABRAS
A cena do crime parecia ter saído diretamente de um filme de terror. A sucessão de estranhos acontecimentos não apenas chocava os moradores da pequena cidade de Lago Encantado, como despertava os mais diversos comentários. O fato era que, coincidência ou não, três mortes consecutivas de jovens moças com 15 anos aterrorizava os habitantes do outrora tranquilo vilarejo. O lance que mais chamava a atenção das pessoas em relação à onda de assassinatos é que os corpos das adolescentes eram encontrados sem vida nas imediações do cemitério da cidade, sem marcas aparentes de violência, vestígios que denunciassem algum culpado ou evidências que apontassem o modo como foram exterminadas. Tudo o que se apurava, após a perícia policial, é que não havia indícios que incriminassem um responsável, passando-se assim, para a investigação - onde todos passaram a ser considerados suspeitos, até que se provasse o contrário.
O interrogatório visava apurar o máximo de informações que conduzissem ao assassino das jovens, mas, curiosamente, o laudo do IML da cidade vizinha, apontava após os meticulosos exames de necropsia, que havia uma curiosa relação entre a causa da morte das vítimas: todas, além da idade em comum, apresentavam ausência de um órgão vital: o coração. E para o assombro e desafio da competente equipe de médicos legistas e policiais da região, não havia uma única cicatriz, hematoma ou corte que denunciassem o modo como o órgão fora extraído dos cadáveres. Nenhuma testemunha, nada! Tudo o que se podia fazer era observar o comportamento dos moradores do município e buscar pistas, denúncias e, posteriormente, inquirir os possíveis acusados.
Nos dias que se seguiram, os moradores se mostraram arredios ou contrafeitos ao serem interrogados. Alguns depoimentos continham histórias absurdas, tais como presença de forasteiros não confirmadas e até seres extraterrestres nos arredores da cidade. A segunda informação, por mais estapafúrdia que parecesse, aguçava a mente perspicaz de um investigador, Joel, que desde o princípio das averiguações sobre o crime, alegava ter encontrado próximo ao local dos crimes, uma estranha marca em círculo – provavelmente produzida por um OVNI – objeto voador não identificado. O fato que reforçava sua tese era de que alguns habitantes de Lago Encantado afirmavam ter visto algumas luzes estranhas no céu. Por via das dúvidas, fora dado um toque de recolher às vinte horas, para facilitar as buscas dos policiais por provas contundentes. Muitos colegas da Delegacia riam da linha de raciocínio de Joel, mas ninguém conseguia encontrar uma explicação plausível para o ocorrido. Foi então que o investigador criara um plano de ação, arriscado do ponto de vista de seus colegas, mas uma maneira de conseguir capturar o bandido.
Mônica era uma bela donzela, prestes a completar quinze anos. Ela contava os dias para o grande momento, ansiosa pela festa e permissão dos pais para namorar. A menos de três dias para a ocasião, ela guardara para si um estranho sonho que tivera... A garota sonhara (até podia jurar que era real, não fosse a incrível visão que acabara por atribuir a um pesadelo) com três pontos de luzes no escuro de seu quarto. Para a adolescente, aquilo bem que podia ser chacota de seu irmão, mas ele não teria inteligência suficiente para ser mentor intelectual de tal façanha: os pontos luminosos brilhavam no escuro do quarto, e eram perfeitas bolas de fogo! Amedrontada, a menina-moça tateara no escuro até alcançar com a mão o abajur que ficava no criado-mudo, ao lado da cama. Tão logo ligou-o, as “bolas de fogo” sumiram imediatamente sem deixar marcas. Mônica levara a mão ao peito: uma leve pontada em seu coração incomodou-a. Rezou baixinho e de olhos fechados, piscou os olhos duas vezes, como que para se certificar de que realmente estava acordada e olhou ao seu redor: tudo absolutamente normal. Levantou-se, foi até a cozinha, tomou um copo d’água num só gole e retornou à cama, adormecendo instantaneamente. O dia seguinte prometia muitos detalhes a serem acertados para a grande comemoração!
Joel decidira montar uma estratégia para atrair o assassino: armaria uma emboscada para atraí-lo e, antes que ele pudesse reagir, seria preso em flagrante. Como policial, passara por uma série de treinamentos para lidar com os mais diversos tipos de criminosos e, certamente, esta não seria diferente. Mesmo que fosse de outro lugar do mundo. Decidiu encontrar uma cobaia que servisse como isca, com o propósito de chegar até o meliante. Foi aí que descobriu, ao ler o jornal da cidade, que havia uma garota prestes a comemorar seus 15 anos. Procurou a família da menina que, a princípio, recusou-se a participar do que rotulavam “loucura”, mas acabaram cedendo às insistências do policial. O plano era simples: Mônica teria que passar à noite, aparentemente sozinha, nas imediações do cemitério da cidade. Caso o bandido aparecesse, a polícia o renderia e efetuaria a prisão do criminoso. Simples assim.
Mas não foi. Seguindo o plano, Mônica caminhava sozinha na rua próxima ao cemitério ao anoitecer. Nada anormal. Até que, a certa altura, um redemoinho começou a se formar e o vento soprou muito forte. Do interior do cemitério, surgiram três objetos estranhos, semelhantes às bolas de fogo do sonho da garota. Não era sonho, era real e assustador. Paralisada pelo medo, ela não conseguia andar. Foi aí que os objetos foram perdendo pouco a pouco o formato inicial e tomando a forma de espaçonaves. Sim, naves espaciais. Pousaram uma em cima da outra e um compartimento abriu-se diante de Mônica, cujo interior revelava a figura estranha de três serezinhos esquisitos. Um deles segurou a menina pelas pernas, outro pelos braços e o terceiro pela cabeça, forçando-a a abrir a boca, de onde provavelmente tentaria extrair seu coração. Foi aí que toda a polícia entrou em ação. Os extraterrestres, pegos de surpresa, distraíram-se e dois soltaram a menina, enquanto que aquele que a segurava pelas pernas segurou-a firme. Mônica caiu e fora da mira dos policiais, deu chance para que eles alvejassem os seres de balas. Sem forças, Mônica chorava e rezava baixinho. Foi quando o padre da igrejinha apareceu, munido de água benta e jogou o conteúdo em cima dos seres. Dois deles desmancharam-se como se fossem um rio de lava e explodiram. O terceiro, quase se desmanchando, conseguiu segurar-se em Mônica e abduzi-la consigo antes de sumir. E ela desapareceu também. Os pais da garota choravam aflitos, investindo contra o policial, que consideravam culpado pelo acontecido. Silêncio geral. Mônica ressurge no meio do cemitério, em um local inesperado. Todos correm em sua direção e ela diz que está bem. Tudo acabado. Decidem voltar para casa. Joel se aproxima de Mônica, agradecido, e ela sorri, lança-lhe um olhar e no lugar de suas pupilas, vê nitidamente duas bolas de fogo.
O interrogatório visava apurar o máximo de informações que conduzissem ao assassino das jovens, mas, curiosamente, o laudo do IML da cidade vizinha, apontava após os meticulosos exames de necropsia, que havia uma curiosa relação entre a causa da morte das vítimas: todas, além da idade em comum, apresentavam ausência de um órgão vital: o coração. E para o assombro e desafio da competente equipe de médicos legistas e policiais da região, não havia uma única cicatriz, hematoma ou corte que denunciassem o modo como o órgão fora extraído dos cadáveres. Nenhuma testemunha, nada! Tudo o que se podia fazer era observar o comportamento dos moradores do município e buscar pistas, denúncias e, posteriormente, inquirir os possíveis acusados.
Nos dias que se seguiram, os moradores se mostraram arredios ou contrafeitos ao serem interrogados. Alguns depoimentos continham histórias absurdas, tais como presença de forasteiros não confirmadas e até seres extraterrestres nos arredores da cidade. A segunda informação, por mais estapafúrdia que parecesse, aguçava a mente perspicaz de um investigador, Joel, que desde o princípio das averiguações sobre o crime, alegava ter encontrado próximo ao local dos crimes, uma estranha marca em círculo – provavelmente produzida por um OVNI – objeto voador não identificado. O fato que reforçava sua tese era de que alguns habitantes de Lago Encantado afirmavam ter visto algumas luzes estranhas no céu. Por via das dúvidas, fora dado um toque de recolher às vinte horas, para facilitar as buscas dos policiais por provas contundentes. Muitos colegas da Delegacia riam da linha de raciocínio de Joel, mas ninguém conseguia encontrar uma explicação plausível para o ocorrido. Foi então que o investigador criara um plano de ação, arriscado do ponto de vista de seus colegas, mas uma maneira de conseguir capturar o bandido.
Mônica era uma bela donzela, prestes a completar quinze anos. Ela contava os dias para o grande momento, ansiosa pela festa e permissão dos pais para namorar. A menos de três dias para a ocasião, ela guardara para si um estranho sonho que tivera... A garota sonhara (até podia jurar que era real, não fosse a incrível visão que acabara por atribuir a um pesadelo) com três pontos de luzes no escuro de seu quarto. Para a adolescente, aquilo bem que podia ser chacota de seu irmão, mas ele não teria inteligência suficiente para ser mentor intelectual de tal façanha: os pontos luminosos brilhavam no escuro do quarto, e eram perfeitas bolas de fogo! Amedrontada, a menina-moça tateara no escuro até alcançar com a mão o abajur que ficava no criado-mudo, ao lado da cama. Tão logo ligou-o, as “bolas de fogo” sumiram imediatamente sem deixar marcas. Mônica levara a mão ao peito: uma leve pontada em seu coração incomodou-a. Rezou baixinho e de olhos fechados, piscou os olhos duas vezes, como que para se certificar de que realmente estava acordada e olhou ao seu redor: tudo absolutamente normal. Levantou-se, foi até a cozinha, tomou um copo d’água num só gole e retornou à cama, adormecendo instantaneamente. O dia seguinte prometia muitos detalhes a serem acertados para a grande comemoração!
Joel decidira montar uma estratégia para atrair o assassino: armaria uma emboscada para atraí-lo e, antes que ele pudesse reagir, seria preso em flagrante. Como policial, passara por uma série de treinamentos para lidar com os mais diversos tipos de criminosos e, certamente, esta não seria diferente. Mesmo que fosse de outro lugar do mundo. Decidiu encontrar uma cobaia que servisse como isca, com o propósito de chegar até o meliante. Foi aí que descobriu, ao ler o jornal da cidade, que havia uma garota prestes a comemorar seus 15 anos. Procurou a família da menina que, a princípio, recusou-se a participar do que rotulavam “loucura”, mas acabaram cedendo às insistências do policial. O plano era simples: Mônica teria que passar à noite, aparentemente sozinha, nas imediações do cemitério da cidade. Caso o bandido aparecesse, a polícia o renderia e efetuaria a prisão do criminoso. Simples assim.
Mas não foi. Seguindo o plano, Mônica caminhava sozinha na rua próxima ao cemitério ao anoitecer. Nada anormal. Até que, a certa altura, um redemoinho começou a se formar e o vento soprou muito forte. Do interior do cemitério, surgiram três objetos estranhos, semelhantes às bolas de fogo do sonho da garota. Não era sonho, era real e assustador. Paralisada pelo medo, ela não conseguia andar. Foi aí que os objetos foram perdendo pouco a pouco o formato inicial e tomando a forma de espaçonaves. Sim, naves espaciais. Pousaram uma em cima da outra e um compartimento abriu-se diante de Mônica, cujo interior revelava a figura estranha de três serezinhos esquisitos. Um deles segurou a menina pelas pernas, outro pelos braços e o terceiro pela cabeça, forçando-a a abrir a boca, de onde provavelmente tentaria extrair seu coração. Foi aí que toda a polícia entrou em ação. Os extraterrestres, pegos de surpresa, distraíram-se e dois soltaram a menina, enquanto que aquele que a segurava pelas pernas segurou-a firme. Mônica caiu e fora da mira dos policiais, deu chance para que eles alvejassem os seres de balas. Sem forças, Mônica chorava e rezava baixinho. Foi quando o padre da igrejinha apareceu, munido de água benta e jogou o conteúdo em cima dos seres. Dois deles desmancharam-se como se fossem um rio de lava e explodiram. O terceiro, quase se desmanchando, conseguiu segurar-se em Mônica e abduzi-la consigo antes de sumir. E ela desapareceu também. Os pais da garota choravam aflitos, investindo contra o policial, que consideravam culpado pelo acontecido. Silêncio geral. Mônica ressurge no meio do cemitério, em um local inesperado. Todos correm em sua direção e ela diz que está bem. Tudo acabado. Decidem voltar para casa. Joel se aproxima de Mônica, agradecido, e ela sorri, lança-lhe um olhar e no lugar de suas pupilas, vê nitidamente duas bolas de fogo.
"A Casa dia/noite"
Relato: Numa cidadizinha lá de Minas,chamada visconde de rio branco, havia uma casinha muito simpatica q lá por lados de 25 de dezembro de 1997 foi incediada por uma rebelião do governo.
e parti desse dia as pessoas q moravam naquelas redondeiras jurava escutar a familia q morava lá,comemorar o natal toda noite!!!
De dia a onde a casa ficava só tinha escombros mas quem passava a noite via a casa toda cheia de enfeites natalinos.
Isso verdadeiramente aconteceu. Sou ladyane e eu tinha 6 anos quando isso aconteceu,minha vó(q deus a tenha)morava na mesma rua do a infeliz falecida familia
e parti desse dia as pessoas q moravam naquelas redondeiras jurava escutar a familia q morava lá,comemorar o natal toda noite!!!
De dia a onde a casa ficava só tinha escombros mas quem passava a noite via a casa toda cheia de enfeites natalinos.
Isso verdadeiramente aconteceu. Sou ladyane e eu tinha 6 anos quando isso aconteceu,minha vó(q deus a tenha)morava na mesma rua do a infeliz falecida familia
"A Noiva da moto"
[i]Conta-se que uma noiva, tinha acabado de escolher a roupa do casamento.
Ao sair da loja uma motocicleta a atropelou e ela veio a falecer.
e até os dias de hoje quando alguem anda de moto no dia do casamento sente um peso
e olha pra trás e vê que é a noiva da moto'
Ao sair da loja uma motocicleta a atropelou e ela veio a falecer.
e até os dias de hoje quando alguem anda de moto no dia do casamento sente um peso
e olha pra trás e vê que é a noiva da moto'
segunda-feira, 3 de maio de 2010
" Mudança "
:: Julia e Rodrigo se mudaram para um apartamento novo. Estavam juntos há sete anos e eram muito felizes. Apesar de não terem muito dinheiro a oportunidade de compra apareceu inesperadamente e a proposta foi irrecusável, os antigos donos que se mudaram para outra casa e venderam o apartamento pela metade do valor real do imóvel e disseram que o pagamento poderia ser feito em seis meses. Depois de dois dias morando lá, Rodrigo saiu para trabalhar e Julia ficou em casa, pois era seu dia de folga. Segundos depois que Rodrigo saiu Julia escutou um movimento na sala e pensando que seu marido havia regressado. Para sua surpresa a sala estava vazia e ela ficou com medo de ficar ali. Ela estava no quarto quando escutou um sussurro. “Fecha a porta do quarto, rápido” – disse a voz. Nesse momento ela escutou uma voz grossa no corredor que dava para seu quarto. “Estamos sozinhos, eu posso fazer de você o que quiser.” – disse seguido de uma risada macabra. Julia agiu rápido e fechou a porta e quando olhou no corredor não viu ninguém e começou a chorar notando que estava sendo assombrada por espíritos malignos. Estava trancada no quarto, sem telefone e sem ajuda. Ali ela ficou por horas e horas até que Rodrigo veio para o almoço. Ele bateu na porta do quarto e Julia abriu, ela explicou tudo o que aconteceu. Rodrigo pensou que a mulher deveria estar sonhando ou delirando mas ele decidiu ficar em casa o resto do dia. Já de noite Rodrigo estava no banho, quando sentiu uma mão tocando seu ombro, ele se assustou e virou para ver quem era, mas só encontrou o vazio. Quis sair correndo mas não queria deixar a mulher mais impressionada. Ele sentiu que algo não estava certo, o terror o tomou completamente até que escutou uma voz. “Mate sua esposa, ela esta te traindo com seus amigos, vai tomar todo seu dinheiro e te jogar na sarjeta, sai daqui e a enforque, mate-a, mate-a, ela só quer seu mal.” – escutou ele repetidas vezes. Sem muito controle de si e já hipnotizado ele sai do banheiro e vai até o quarto onde Julia estava deitada na cama assistindo televisão. “Põe roupa seu pervertido.” – falou Julia sorrindo. “Algo errado Rodrigo? Que cara é essa?” – questionou ao ver a feição do marido. Rodrigo pulou na cama em cima de sua esposa e começa a estrangulá-la. Julia tentou gritar mas seu grito não podia passar pela garganta que estava sendo esmagada. Ela olhou ao redor de si e viu varias pessoas, todos vestidos de preto e davam gargalhadas ao ver a situação da mulher, ela pode então entender o que estava acontecendo, seu marido estava sobre a influencia de maus espíritos. Ela viu uma luz do lado de sua cama, e sua avó, que faleceu quando ela ainda era um bebê estava do seu lado. Julia pensou que estava morta e sua avó teria vindo buscá-la. “Segura na minha mão filha e repete o que eu disser, dentro de sua cabeça somente, não em voz alta.” – disse a senhora, começando a cantar o que parecia uma musica de oração. Aos poucos Julia foi retomando sua força e viu os espíritos que atormentavam seu marido, porém eles não riam e sim gritavam. Rodrigo caiu do lado da cama desmaiado e quando Julia olhou para cama, sua avó já não estava mais lá junto com todos outros espíritos. Ela correu até o telefone e ligou para sua irmã, que era uma médium e estava acostumada com tal assunto. Quando sua irmã chegou ao lugar andou por todos os cômodos, parecia estar muito assustada. “Julia, você e Rodrigo tem que sair do apartamento agora e não voltem mais, mesmo que eu tente limpar-lo, espíritos das trevas sempre irão retornar para te atormentar. As macumbas e rituais demoníacos que foram feitos aqui marcaram o apartamento para sempre.” – disse sua irmã. Quando Rodrigo acordou, ela contou tudo a ele e mostrou as marcas dos dedos no seu pescoço. Furiosos eles pegaram algumas coisas pessoais e saíram do apartamento para nunca mais voltar. Porém iriam até a casa dos antigos donos tirarem satisfação. Chegando lá Rodrigo bateu na porta da casa que estava escura e parecia vazia. Muito nervoso por quase ter matado sua esposa ele chuta a porta até arrombá-la. Quanto os três entram na casa viram que estava totalmente vazia. “Não mora ninguém nessa casa a mais de vinte anos. O casal de velhos que moravam aqui morreu há muito tempo, os filhos nunca entraram na casa, tinham medo de...” – disse uma voz vinda da porta de entrada. “Eu estive aqui há dois dias e eles estavam vivos, me venderam um apartamento e...” – gritou Rodrigo mas foi interrompido pelo homem na porta. “Eu te vi aqui, você conversou sozinho o tempo todo, achei que você era louco. Como ia dizendo, o casal era muito rico, diziam que tinham pacto com o diabo e me ofereceram por varias vezes para fazer o mesmo, eu como bom cristão me afastei deles, mas sempre eu via que vinham pessoas aqui e eu podia escutar os gritos de tortura e encantos diabólicos, por varias vezes chamei a policia, mas nunca encontraram nada, os dois filhos que tinham os abandonaram ainda muito jovens, quando os pais morreram doaram os móveis, mas eu nunca os vi entrar na casa.” – disse o homem. “Vocês foram vitimas desses espíritos, provavelmente queriam o espírito de Rodrigo.” – disse a irmã de Julia. Rodrigo deu um grito de terror. Quando os outros olharam, ali estavam os dois velhos com olhos vermelhos e sorriso tenebroso. Os quatro correram para fora da casa e fecharam a porta. Julia e Rodrigo se abraçaram por um longo tempo tendo em mente que agora deveriam recomeçar a vida do zero. Dizem por ai que o casal continua a procura de almas para coletar, então cuidado, a sua pode estar sendo observada agora mesmo...
" O Teste de Vampiro "
:: (Esta história é baseada em fatos reais) Hoje pode ser que ninguém acredite em mim, muitos acham que eu sou louco, ou que apenas esteja inventando uma história qualquer para contar vantagem sobre alguma coisa. Independente do que os outros acham, eu tenho certeza do que aconteceu naquela noite quente de novembro, há muitos anos atrás. Meus olhos se abriram, eu estava deitado em minha cama, era uma cama de solteiro, afinal eu era um jovem estudante e morava sozinho em um apartamento perto da faculdade. Lembro-me de acordar assustado e transpirando muito, deveria estar tendo algum pesadelo que não recordo agora qual era. Estava deitado de barriga para cima, com a mão e braços cruzados sobre o peito, como uma múmia em um sarcófago, a janela estava entreaberta e uma leve brisa noturna balançava a cortina do meu quarto, este balançar da cortina deixava a claridade da iluminação da rua entrar. Olhei para o lado, em cima do criado mudo, meu relógio marcava três da manhã. É incrível como esse horário me persegue. São raras as vezes que acordo de madrugada, mas se eu acordo, com certeza são três da manhã. Sempre a mesma hora, ela nunca muda. Ainda deitado na cama, na posição de sarcófago, percebi que a porta do meu quarto estava aberta, e conseguia ver a mesma luz de cortina balançando refletindo na parede da sala. Mas o que me perturbou aquela noite, não era o que eu conseguia ver, na verdade era o que eu não estava vendo, era um pressentimento ruim, uma presença escura, o mal voltara a terra, e estava em meu apartamento. Subitamente, sem eu ainda ter notado qualquer coisa estranha, um pavor terrível tomou conta de mim. Foi instantâneo, rápido e sem aviso. Tentei me mexer na cama, tentei levantar e não conseguia. Estava paralisado. Só restava olhar. E eu olhei, olhei apavorado através da porta, a escuridão da sala, e percebi que o breve balançar da cortina não estava mais lá. A sala estava envolto nas trevas, e eu olhava aquela penumbra, e o pavor tomou controle dos meus pensamentos. Lembro de tentar mover cada parte do meu corpo separadamente, tentar mover o pé, a cabeça, nada acontecia, nem sequer um dedo se movia. Estava desesperado, tentei falar algo, minha boca não abria, tentei gritar, o som saia em murmúrios e grunhidos, minha boca estava lacrada. E a escuridão da sala me observava, me fitava, estava me testando, vendo do que eu era capaz. E eu soube que Ele estava lá, soube no momento que os sussurros começaram. Ele deveria estar questionando se eu teria forças para sair daquela paralisia, e na minha mente eu escutava seus murmúrios. Ele ria de mim, ria da minha fraqueza, do meu desespero. Apenas sussurros em minha cabeça. Lutei por vinte minutos contra aquele terror, lutei com toda a força que eu tinha, minutos que duraram séculos. Eu esperei o fim, minha vida iria acabar e eu morreria de forma covarde, sem ter conseguido me defender. Por fim minha boca abriu, minhas pernas se mexeram e meus braços deixaram à posição de sarcófago. Olhei apreensivo para a sala, a escuridão havia sumido, a luz que passava pela cortina balançando voltou a iluminar a parede. Eu levantei da cama e fechei a porta do meu quarto. Até hoje me pergunto o que foi aquilo. Uma brincadeira? Um teste? Qual o motivo? Será que Ele estava recrutando novos seguidores? Ou eliminando aqueles que poderiam lhe causar algum mal no futuro? Seja qual for o motivo, eu fui descartado. Minha fraqueza não permitiu que eu lutasse contra a paralisia e o terror. Fui fraco. E por causa desta fraqueza, hoje sou considerado louco quando conto minha história. E desde aquele dia, nunca mais dormi com a porta do meu quarto aberta. E às vezes, quando acordo de madrugada, às três da manhã, parece que vejo a sombra de pés no vão em baixo da porta. Uma assombração que nunca vai embora. É o preço que tenho que pagar, por não ter passado no teste do Vampiro.
Milly
" O Matador "
:: Mais uma vez aqui estou, dirigindo meu carro, à procura de companhia, de alguém que me satisfaça... Meu nome é RONMAN SABET. Acho que você nunca tenha ouvido falar neste nome, assim espero, mas talvez me conheçam inconscientemente. Faço parte do pesadelo familiar, do SEU pesadelo imortal. Sabe aqueles momentos em que as mulheres andam sozinhas numa rua deserta, naquelas gélidas e escuras noites medonhas, e elas se enchem de pavor, transcorrendo aquele calafrio e arrepios que rasgam toda a espinha até atingir a mente com pensamentos de terror e cenas de ultra-violência que, elas sabem, poderiam acontecer com elas mesmas... Eu me excito ao máximo em saber que esses pressentimentos e essa química chamada MEDO são dedicados à minha pessoa. Essa excitação só não é maior do que aquele prazer que eu sinto quando concretizo esse pressentimento e lhes entrego de presente. Eu sou o terror em plena realidade, a mais cruel, que só se pode sentir uma única vez. Eu violei todos os limites que separavam o amor e a morte. Estou delirando, acho que hoje não é meu dia, mas se não achar alguma vadia ficarei cego de desejos e loucuras. Mas tudo tem sua hora certa, local certo, e o melhor, a pessoa certa. Ali está ela. Caminhando e pensando com o medo. Seu rosto denota medo, seu cheiro alastra o odor do medo até minhas narinas. É a chance perfeita, sem testemunhas, sem nada que possa interromper meu ataque. Vagarosamente aproximo-me por trás e encosto minha arma de calibre 45 em sua nuca dizendo-lhe algo como: - Sem pânico, sem gritos e sem movimentos! Caso contrário não amanhecerá viva! MALDITA DESGRAÇADA!! Elas nunca obedecem ao meu comando, essas palavras nunca funcionam, algumas delas ficam histéricas, mas depois de umas duas ou três coronhadas na cara elas aquietam. Com essa não foi diferente. Em regresso ao carro começo a desnudá-la e a coloco no porta-malas. Chegando em casa, na segurança e privacidade necessária para dar início ao momento tão esperado, eu a trago desfalecida em meus braços, observando como era bela. Finalmente dou vazão aos meus desejos. Misturo meu corpo e meu suor com o corpo e o sangue dela numa violenta conjunção carnal. Derramo parte do meu ódio em seu corpo. Coloco minha fúria e meus desejos em minha arcada dentária que violentamente destrói seu volumoso seio esquerdo em mordidas brutais, arrancando-lhes a carne que dava a forma tão atraente, e como se fosse um lobo carniceiro, dominado pela voracidade, me delicio com seu sangue ainda fresco e assim continuo até atingir o meu êxtase sexual. Com gritos desesperados ela acorda, e é claro, tentaria se safar se não estivesse de mãos e pés atados por algemas presas à cama. Implorando-me misericórdia, como se eu fosse Deus. São sempre os mesmos gritos, as mesmas lágrimas, as mesmas palavras. É sempre igual, mas sempre diferente. E eu sempre com a mesma raiva a descarregar. A mesma atitude explosiva que eu coloco na mão, que empunha uma faca de caçador e agora cai e desliza na sua pele macia de maneira lancinante seguindo um golpe após outro golpe, cada vez mais violento, e assim silenciando o seu desespero e sua dor. Agora, com seu sangue diluído em um pouco de cachaça, sacio a sede dos meus demônios interiores. Agarrado a um machado, bastou dois golpes de sua lâmina para uma excisão completa em seu pescoço. Agora vêm as partes mais difíceis e cansativas do trabalho do “matador”; como esta tinha um pouco de carne para se aproveitar início processo de dissecação, com o objetivo de tirar parte da carne que considero comestível. Em algumas outras vítimas eu prefiro usar o método de taxidermização (é um hobby, como diria Norman Bates), abrindo com um bisturi a parte frontal do corpo da vítima e retirando seus órgãos, que me serão inúteis, e empalhando o corpo. De todo jeito, o que sobrou de seus restos mortais eu jogo em algum mato isolado para apodrecer. A etapa seguinte é me livrar do corpo morto e dos órgãos internos, já que a cabeça é minha por direito e está em exposição na minha estante, guardada como troféu, como toda a minha coleção. Livrar-se de um corpo não é uma tarefa muito fácil, é algo preocupante até para os mais cautelosos assassinos em série (como Zodíaco, Edmund Kemper e até mesmo a lenda de Jack, o Estripador), que apesar de tamanha segurança a incerteza nos provoca. Existe sempre aquele medo, aqueles calafrios na espinha, uma sensação paranóica de que alguém me observa. Eu sei que não há ninguém, mas a sensação de que não estou solitário é constante em minha cabeça. Talvez Deus esteja me vigiando, não sei. Tudo o que tenho que fazer é jogar essa escória humana em decomposição no mato e problema resolvido. Quem diria, EU TAMBÉM TENHO MEDO!!! Volto para casa, agora tranqüilo e um pouco mais despreocupado. Passando-se dias, às vezes meses, a loucura volta e... Mais uma vez aqui estou, dirigindo meu carro, à procura de companhia, de alguém que me satisfaça...
"Mariana Bragança" [Morta em 1999 ]"
:: Mariana era uma linda menina de cabelos dourados e cacheados.Mariana sempre brincava na rua com seus amigos de pique no alto. Um dia que já era domingo à noite [Mariana existiu e morou em santa Catarina] Mariana queria sair pra brincar de pique, mas seus amigos estavam muito cansados e já estavam indo dormir.Mariana ficou muito triste, mas resolveu brincar sozinha assim mesmo.Seu pai João Carlos, disse para ela tomar cuidado porque é perigoso ficar sozinha nas ruas.Mariana disse: _ Tudo bem papai. E foi.Chegando no portão da casa dela, Mariana olhou ao redor de sua rua, mas não tinha nada.Quando Mariana ouviu um barulho estranho, mas nem ligou.Ela estava se divertindo muito quando ouviu outro barulho e ficou assustada.Quando Mariana olhou para trás, viu um homem com uma faca na mão.Daí Mariana começou a chorar, mas o homem a levou.E matou-a. Seu pai e sua mãe ficaram chocados.Mas não era culpa deles.Era culpa da responsabilidade deles.Todos dizem que a alma de Mariana protege crianças que gostam de brincar de pique no alto para que não aconteçam desgraças.Mariana Bragança morreu em 1999 em um galpão esfaqueada por um maníaco que já esta preso, ela tinha nove anos quando isso aconteceu.Uma dica: Tomem cuidado ao brincar nas ruas de sua cidade.Esse foi um fato real, mas que ela protege as crianças que gostam de pique no alto do Brasil todo é verdade mesmo!
" Histórias de Fantasmas (Verídicas) "
:: Hoje meu pai esta com 94 anos, e me contou varias histórias que aconteceram na mocidade dele. Aqui vou escrever algumas: um compadre do meu pai chamado GALDINO sempre que ele voltava do trabalho, ele via uma mulher varrendo a frente de uma casa, isso era todos os dias.Um certo dia ele resolveu parar pra conversa com essa mulher, ela sempre de cabeça baixa varrendo, ele desconfiou: por que ela não olha pra mim.Pensou.De repente a mulher levanta a cabeça, e ele pôde ver a face cadavérica da mulher. NA CIDADE DE LENÇOIS BH, um homem chegou de viagem e não tinha lugar pra ficar, então bateu na porta de uma casa e o dono veio atender, o homem perguntou: posso ficar aqui por alguns dias? Eu cheguei de viagem e não tenho onde ficar.O dono da casa concordou e mandou ele entrar.De repente o dono da casa sumiu. Quando o rapaz estava tomando banho, só ouviu a voz do dono da casa gritando: eu jogo!...Eu jogo!...,Quando o rapaz respondeu: pode jogar.Ele ouviu os barulhos das tabuas caindo, quando ele saiu do banho correndo ele viu um caixão com um corpo seco dentro.Esse rapaz saiu correndo pra rua.E foi informado que naquela casa não morava ninguém e que o dono tinha morrido há 22 anos. Uma senhora costureira costumava trabalhar até tarde da noite.Um dia ela estava costurando, e chegou um homem pedindo que ela comprasse dele uma cabeça de repolho e insistiu muito.A costureira com dó dele comprou, deu-lhe o dinheiro e pegou o repolho, foi até a cozinha e colocou o repolho dentro da pia. No outro dia quando ela foi ver, o repolho era um crânio. EM SALVADOR-BH, NO BAIRRO VERMELHO por volta da meia noite as pessoas não saiam de casa, pra não ver o bonde fantasma.Esse fenômeno sobrenatural acontecia sempre no mesmo horário. Era um bonde cheio de fogo, as pessoas que viam do trabalho tarde da noite, corriam pra não o bonde passar.Uma vez aconteceu que um passageiro parou esse bonde, pensando que era comum.Ele subiu e quando foi pagar o cobrador era uma caveira, esse homem saiu gritando pela estrada. Esse fato se passou nos anos 40, o fato é que um bonde incendiou no bairro vermelho, não sobrou um passageiro.Então passou a acontecer essa aparição fantasmagórica.Essa história é verdadeira, e foram contadas pelo meu pai, que hoje está com 94 anos de idade e conheceu essas pessoas. Lendas enviadas por: Adelaide de Oliveira. Data: 3-5-2009.
" A Morte da Princesa Diana "
:: Introdução : A princesa Diana nasceu em 1 julho de 1961 , em SANDRINGHAM , Norflolk , na Inglaterra . Diz , que antes de Charles conhecê–la , ele primeiramente namorava a irmã dela , Sara , mas que depois que ele bateu os olhos em Diana , este príncipe se apaixonou por ela , o que nos faz lembrar dos contos de Nelson Rodrigues . Diana e Charles se casaram em 29 de julho de 1981 , numa cerimônia luxuosa e inesquecível . Mas , em 1984 este relacionamento começou a se deteriorar . Pois , vários jornalistas descobriram que Charles tinha uma amante : Camila Parker . Em 1996 , veio o divórcio do casal . No final dos anos 80 , um dos amantes de Diana , morreu num misterioso acidente de moto . Lendas Sobre a Morte de Diana : Em 31 de agosto de 1997 , a princesa morreu , num misterioso acidente de carro , em Paris , dentro de um túnel , junto com o seu namorado , o empresário Dodi–Al Fayed . Segundo a imprensa , o motorista , Henry Paul , estava dirigindo bêbado há mais de 150 quilômetros por hora . Mas , aqui , o mais interessante é que este túnel , onde ocorreu o acidente , fica sob uma ponte chamada de : A Ponte D’Alma . Também , segundo a imprensa , o motorista acelerou muito , para que o casal fugisse dos fotógrafos que estavam atrás do carro . Suspeitas e Controvérsias : Os parentes do motorista , falaram que ele não costumava beber . Os fotógrafos que perseguiram o casal , na verdade , eram sete : seis franceses e um marroquino . Os franceses foram chamados para o depoimento , mas o marroquino desapareceu . A polícia descobriu que as câmaras do túnel estavam viradas para a parede . Por que será ? Paranormalidade e Cartas Secretas de Diana Segundo um ex–empregado de Diana , ela escreveu uma carta dez meses antes de morrer , com os seguintes trechos : “... Esta fase da minha vida é muito perigosa ...” “... alguém planeja um acidente em meu carro, com falha no breque e ferimentos sérios na cabeça como forma de deixar o caminho livre para Charles casar-se ...” Camila Parker e Bruxaria Como todos sabem , Camila foi amante do príncipe Charles . Mas , o que quase ninguém sabe é que ela fez parte de uma seita satânica . Alguns dias antes de Diana morrer , alguns jornalistas viram Camila entrando no templo desta seita . O líder desta religião , apenas falou que a amante de Charles foi encomendar um trabalho . Mas, que tipo de trabalho era este ? Bem , a Camila tem uma cara de bruxa ! Diana e a CIA Alguns jornalistas dizem que a princesa Diana era um agente secreto da CIA , que tinha a missão de arrasar com a realeza britânica . Dias antes de sua morte , a princesa deu uma entrevista ao jornal Le Monde , afirmando que contaria ao mundo uma grande revelação , em duas semanas . Será que esta revelação teria alguma relação com a CIA ? Museu de Diana e o Espírito da Ilha O museu de Diana , está localizado numa região há 120 Km de Londres . Neste lugar há um lago , no meio dele , existe uma pequena ilha , onde o corpo da princesa está enterrado . Perto deste lago , há um templo , onde existe uma estátua de Diana feita em mármore . Alguns visitantes falaram que viram o espírito da princesa acenando para eles da ilha . Monumento Macabro Em Londres , foi construído um monumento em homenagem à Diana , de muito mau gosto , que se parece com um tobogã aquático . Ele causou muita polêmica e medo . Uma dia depois da sua inauguração , uma tempestade caiu na Inglaterra entupindo o monumento com folhas e fazendo a água transbordar . Uma semana depois , parte do monumento quebrou e a fonte teve que ser fechada . Mas , o que causou pavor é que três pessoas escorregaram em seus degraus e foram hospitalizadas . Por tudo isto , este monumento foi interditado . Alguns místicos e paranormais afirmam que estes pequenos acidentes correspondem ao espírito de Diana , que ficou furioso com este monumento de péssimo gosto . Conclusão : Aqui , podemos concluir , que a princesa Diana foi uma mulher maravilhosa , com a alma generosa e , ao mesmo tempo , perturbada . Porém , com certeza , ela deixou as suas marcas na História , e, mulheres marcantes sempre deixam os seus fantasmas soltos pelo ar .
" A Moça Da Capa Preta "
Uma moça muito bonita que gostava muito de Dançar em Bailes...Certo Dia Um Jovem com péssima aparência chamou-a Para dançar! , E ela não Aceitou Dançar com esse jovem, De repente deu uma vontade de ir ao banheiro, Quando ela saiu o jovem, a esfaqueou, e ela Faleceu... Outro dia um moço foi ao mesmo Baile, Depois de muitos anos da morte da moça... E ele encontrou uma moça muito bonita A qual sempre vestia uma capa preta, Quando chegava no Baile ela tirava e pendurava! , Só usava quando saia! Um dia ela pediu pra ele leva-la em sua casa, Chegando lá ele reparou que sua casa era muito escura e sem energia, Clareada por luzes de velas, Assim que ela chegou em casa tirou sua capa preta, E pendurou como sempre fazia... Eles dois estavam tão cansados que se deitaram e dormiram, Quando foi pela manhã ele acordou e percebeu que estava em um cemitério, E a capa estava pendurada na TUMBA! O rapaz tomou um susto tão grande que Gritou! Ele observando a tumba percebeu que ali estava o nome da garota, e a data de sua morte, Já fazia 10 Anos que ela tinha morrido. Mas sua alma inconformada com o que aconteceu continuou indo ao mesmo baile dançando com vários rapazes, infernizando a vida te todos os rapazes, O rapaz inconformado foi na casa a qual ela deu o endereço (A casa Dos Familiares dela), Chegando lá quem atendeu a porta, Foi uma governanta que era muito antiga na casa! E o rapaz perguntou: - Bom Dia, A Senhora conhece uma moça que gosta muito de ir ao Baile, E usa uma capa preta? Assustada a Governanta respondeu: - Olhe ali o retrato dela faz 10 anos que ela morreu. O Rapaz ficou louco, E assim aconteceu com milhares de rapazes a qual visitavam esse baile. Isso não é Uma simples lenda, Se você quiser tirar duvidas, Venham aqui em Maceió no Cemitério Trapiches da Barra, A Tumba dela está lá junto com uma capa preta... Se não acredita! Olhe com seus próprios olhos...
" A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça "
:: Há muitos anos em uma cidade do interior de MG chamada Ibitipoca, conta-se a lenda de um cavaleiro que a meia noite saia a cavalgar ao redor das fazendas, e que ao encontrar alguém, decapitava e colocava o seu corpo nas cercas. Diz a lenda que ha 166 anos um rico dono de minas de ouro se apaixonou por uma linda jovem filha do governador da província. Ao saber do amor do rico fazendeiro a jovem que ouvia boatos sobre a arrogância e o jeito que o mesmo tratava os escravos resolveu negá-lo. Com raiva, o fazendeiro saia a cavalo a meia noite e decapitava as pessoas que encontrava. Ao desconfiar das saídas do seu patrão o capataz resolveu denuncia-lo. Logo o capataz foi morto e seu corpo, sem cabeça, foi encontrado na cerca da fazenda. Com isso o povoado se moveu contra o fazendeiro, o capturaram e o decapitaram. Hoje ao redor da vila ainda pode se escutar o galope de cavalos em disparada e gritos de pessoa implorando por sua vida.
'' A Garota Morta-Viva'' - (Fato Verídico)
:: Em uma festa da escola, eu e meus amigos como sempre, íamos para a festa. Chegando lá, tinha várias garotas bonitas e uma que era muito feia. Eu e meus amigos tivemos uma idéia, como nós não éramos fácies, tramamos uma para a moça. Eu fui conversar com ela, e a chamei para dançar, como eu era o garoto mais bonito da festa, todas queriam dançar comigo, ai, as outras belíssimas meninas ficaram com raiva de mim e da garota. Como os meus 2 amigos estavam todos acompanhados, tivemos outra idéia, dentro da outra, iríamos levar as garotas, para um lugar bem escuro, onde ninguém nunca entrou. E começamos a fazer coisas com as garotas, como as outras não eram mais virgens, elas não se importaram, mas a menina feia, não gostou e me deu um tapa, ai eu a empurrei, e ela bateu com a cabeça no chão, e morreu. Saímos espantados, e guardamos segredo por muito tempo. Hoje eu sou casado, e meus 2 amigos também, tenho 2 filhos um rapaz e uma moça. E meus dois amigos têm 1 filho homem. Um dia meu filho apareceu em casa com uma namorada e que me parecia muito familiar, ele me apresentou a menina e minha mulher gostou dela. Na mesma noite ligaram lá pra casa dizendo que meu filho tinha morrido. E a namorada dele, tinha sumido. O filho do meu amigo também começou a namorar, com uma garota que parecia muito a ex de meu filho, e ele também morreu. Eu na mesma noite tinha tido um pesadelo com a menina feia da festa, e contei para meus amigos. Eles até que riram de mim, mas depois eles levaram a sério. E disse que essas namoradas dos dois meninos que tinham morrido era muito estranho, pois se parecia muito. Ai, eles pensaram que a mesma coisa poderia acontecer com o outro garoto. Ai, na mesma noite esse garoto apareceu com a namorada, que também parecia muito com as dos dois. Ai, eu e meus amigos pensamos, e disse que ele não iria sair com a menina, e ele acabou saindo. Nessa mesma noite, eu disse que isso teria que ter um fim, se não essa moça iria matar a todos nós com o encanto dela, pois ela veio muito bonita para cá. Ai, eu disse que eu tinha que fazer alguma coisa, pois essa história começou por minha causa, ai, eu fui ao galpão abandonado e quando eu cheguei lá, eu vi os ossos da moça no chão, e quando eu fui pegar, ela apareceu com uma faca e disse que iria me matar também, ai, minha filha que tinha ficado no carro, veio atrás de mim, e segurou a moça e a derrubou, ela caiu desmaiada, ai eu enterrei os ossos dela, ai o espírito da moça desapareceu e o encanto acabou.''
" A Condenada do Esgoto "
:: Diz à lenda que uma menina chamada Suzy,desde que nasceu era meiga e falante.Quando completou 10 anos de idade sua mãe deu a ela um presente,que era uma tradição da família,um álbum de fotografias que foi passado de geração em geração.Era um álbum muito velho.A maioria das fotos estavam "mofadas" e em preto e branco.Suzy estava curiosa quando foi abrir o álbum sua mãe disse “Agora não.Já passou da sua hora de dormir.Você abre amanhã". Quando a mãe saiu do quarto,Suzy pegou o álbum de fotografias e o abriu.Foi folhando até achar uma pagina do álbum,onde estava escrito:"Sabrina".Era sua tia,que havia morrido misteriosamente enquanto passeava pela rua.Nessa página havia umas manchas de sangue profundas e bem esquisitas.As fotos estavam velhas e empoeiradas.Mas em certa foto onde em baixo estava escrito "A morta" Estava em branco,não tinha nada. Desse dia em diante,Suzy nunca mais foi a mesma,ficava trancada no quarto e não queria falar com ninguém. Seu pai,Mylton,mandou ela ir passear na rua,para ver se respirar um pouco de ar fresco iria deixá-la mais calma.Suzy foi,estava andando calmamente quando passou por um bueiro,era um bueiro que tinha alguma coisa familiar para ela,Suzy agachou para examinar o bueiro quando um vulto muito forte passou na frente dela.Com um pulo para traz a garota saiu correndo e se escondeu atrás de um poste. Ela sentiu vontade de ir ao banheiro e viu uma cabinezinha escrito "Toilet",Suzy entrou,usou e quando foi destrancar a porta,a porta não queria destrancar,não tinha como ela passar por baixo nem arrombar a porta pois a madeira estava muito forte para ser quebrada.Suzy voltou-se para o vaso sanitário e viu que a água ficou PRETA e sentiu outro vulto forte atrás dela.E,do nada saiu do vaso -com dificuldade - uma mão,verde e suja que a puxou para dentro do esgoto. Suzy olhou para a criatura que a puxou do esgoto.Ela tinha um cabelo meio cinza.Seus dentes eram grandes e afiados,a pele suja e verde,era gelada e escamosa,os olhos vermelhos e sangrentos.Mas o que mais a assustou foi na cabeça.Tinha um buraco e nesse buraco o cérebro da mulher estava para fora,com uma mordida. Suzy reconheceu aquela mulher,era muito parecida com....Sua tia SABRINA.Antes que a garota (suzy) pudesse ter mais um segundo de pensamento,a criatura mordeu sua cabeça arrancando um pedaço do cérebro,assim como na cabeça dela.A pele de Suzy ficou esverdeada,seus lindos cabelos loiros ficaram cinza,seus olhos pretos ficaram vermelhos,e deles começaram a escorrer sangue e seus dentes ficaram agressivamente afiados.Suzy passou a ser condenada por sua tia,que era aquela mulher.Ela passou a morar no esgoto e,se você for no banheiro de manhã,de tarde,de noite,não importa o horário,trancar a porta,e olhar fixamente para o vaso sanitário a água ficara preta um vulto forte passará atrás de você e uma mãe verde e suja te puxará para dentro,e te morderá condenando você para ficar no lugar dela e ser a próxima condenada do esgoto.E tenha certeza,que quem te puxar,vai ser SUZY.
" A Aparição da Menina Melissa - História Verídica "
:: Certa noite, era meia noite em ponto. Levantei-me e fui até a cozinha pegar um copo de água. De repente, eu vi um vulto aterrorizante passar pela porta da cozinha. Não dei muita importância pois estava com muito sono e pensei que poderia ser fruto da minha imaginação. Na noite seguinte acordei na mesma hora, só que dessa vez para ir ao banheiro e adivinhem...OUTRO VULTO!!! Dessa vez eu dei importância, pois, tinha certeza que estava bem acordada. Fui apavorada para a cozinha para ver se o vulto se repetia, e a minha expectativa aconteceu. Quando olhei para o fantasma, percebi que era exatamente igual à foto da menina que eu vira no cemitério no dia em que o vulto apareceu pela primeira vez. Gritei demais...pena que estava sozinha em casa, pois, meus pais e minha irmã foram passar a noite na casa da minha tia, só não fui porque tinha brigado com minha prima Vivi (Verônika). Passado o susto na manhã seguinte minha mãe me ligou dizendo que iria passar a semana na casa da minha tia. Então eu disse que estava tudo bem. Fui na geladeira preparar meu café da manhã. Dentro da geladeira havia um papel escrito: "Para que você não me veja mais vá ao cemitério e coloque flores, pois minha família não me visita. Te espero essa tarde se quiser ter sossego de volta." À tarde levei as flores e lá estava escrito: "Sabia que você viria!" Fiz uma oração para a menina que se chamava Melissa e fui embora. Nunca mais ela me perturbou e desse dia em diante passei a levar flores a ela sempre que posso. Acreditem se quiser, mas, essa história é real...
" Não Durma "
:: Seu nome era Samira. Era uma bela garota nascida em Israel, pele morena, cabelos longos e lisos, olhos negros e profundos. Parecia uma garota normal, mas tinha pesadelos. Terríveis pesadelos, cuja culpa colocava nas guerras de seu país. Quando ela completou quatorze anos, seus pais resolveram vender a casa e se mudaram para Londres, na esperança de ajudar a filha. Como estavam enganados. Nas noites que se seguiram, os pesadelos da jovem Samira ficaram ainda piores. Toda noite, ao fechar seus olhos, a escuridão tomava conta dela. Mas não era uma escuridão comum, era pesada e fria, como se não houvesse nada ali. E então aquela criatura aparecia. Era um homem, seus ossos aparecendo sobre a pele puxada, completamente nu e careca. Onde deveriam estar seus olhos havia duas órbitas vazias, como se eles tivessem sido arrancados, e sua boca tinha sido costurada em um insano sorriso eterno. Nos primeiros encontros, sentira pavor daquilo, mas ele nunca lhe tinha feito mal. Era seu guia. Ele a guiava pela escuridão até que ficasse mais clara. Mas o que via não era melhor. Passava por portões negros, para dentro das ruínas carbonizadas de uma cidade, impossível de dizer se era nova ou velha. Ali a escuridão estava viva, em formas indistintas cujos sorrisos eram as únicas coisas que pareciam reais. E havia pessoas. Pessoas que eram rasgadas pelas sombras, gritavam por piedade e tentavam correr, embora soubessem que não havia salvação. O estranho homem passava por elas sem se importar, e a guiava até o centro do lugar, onde estava o Palhaço. Era um homem de sorriso zombeiro e riso demente, com a maquiagem de palhaço borrada e pernas de bode que estalavam nas pedras. - Eles vêm pra cá, por que merecem estar aqui – dizia ele a garota entre risos. – Mas você não merece estar aqui. Não quer vir pra cá, então não durma! Era nessa hora que Samira acordava chorando. Mas não havia nada que pudesse fazer, já havia freqüentado todos os psicólogos, todos os terapeutas, e de nada adiantava. Toda noite, quando dormia, era levada pelo guia cego até o palhaço e ouvia as mesmas palavras que a faziam acordar apavorada. Uma noite, ainda seguindo o fiel guia, resolveu fazer-lhe uma pergunta. - Por que sempre está rindo, se não é feliz? O guia virou-se para ela, os buracos de seus olhos quase voltados na sua direção, mas não respondeu. Não podia falar. Então virou-se para a frente de novo e recomeçou a andar. Samira o seguiu, mas segundos depois, ele desapareceu. A garota entrou em pânico, olhando a volta à procura de seu guia, mas via apenas as sombras e suas vítimas. Parou, chorando de medo, rezando para acordar, mas continuava ali. Então ouviu os passos. Toc-toc-toc, o som de cascos batendo na pedra e chegando mais perto. O palhaço dos cascos de bode apareceu ao seu lado, com um grande sorriso maldoso. - Boa notícia – disse ele – Você merece vir pra cá. Vou te levar pra um passeio comigo pela minha terra. Samira deu um grito de pavor, dando-lhe as costas e desatando a correr. Forçava-se a ir mais rápido, como nunca em sua vida, mas os cascos estavam sempre próximos a ela. Depois de muito tempo correndo, acabou tropeçando e caiu. Quando levantou o rosto, o Palhaço estava a sua frente. - Deixe-me ver esses braços. - pediu, antes de segurar seus braços e com as longas unhas, cortar seus pulsos. - Pra você vir mais rápido, amorzinho. Você tem uma missão, merece vir pra cá. Quando viu o sangue escorrendo, Samira gritou ainda mais assustada, acordando. Por um segundo pensou que estava a salvo, mas então viu seu lençol manchado de sangue e os pulsos abertos. Seus pais entraram logo depois, e a levaram para o hospital. Os médicos cuidaram dos cortes, e a polícia interpretou aquilo como uma tentativa de suicídio, pois não era possível que alguém tivesse entrado na casa. Ou que um palhaço de seus pesadelos a atacasse em sonhos. Samira decidiu que nunca mais dormiria, para nunca voltar para aquele mundo de terror. Começou a tomar remédios para manter-se acordada, e nos anos que se seguiram, acabou se viciando neles. Com dezoito anos, não conseguia sair de casa, tampouco cursar a faculdade, apesar de sempre ter sido uma ótima aluna. Tudo para ficar longe dos demônios e de seus sorrisos diabólicos. Um dia, ficou sozinha em casa, e ao descer para a cozinha, encontrou o palhaço lá. Estava sonhando acordada. - Vou esfaquear seus pais. – ele disse, passeando em volta do fogão. – Você tem problemas, vão colocar a culpa em você. Vai ser divertido, não vai? Ele começou a rir, enquanto Samira chorou. Correu para o banheiro e abriu a caixa de remédios no chão. Todo o seu conteúdo se espalhou pelo chão, enquanto ela pegava desesperada três potes de pílulas. Entrou na banheira e tomou os remédio de uma vez. Fechou os olhos e nunca mais acordou. Quando seus pais voltaram e a encontraram, pensaram que a filha enfim conseguira se matar, e se sentiram culpados. Mas concordaram que ela estava em um lugar melhor agora, longe de tudo o que a apavorava. Como estavam errados. Eu estou com medo. Voltando para o mundo da escuridão, enquanto alguma coisa arranha a porta do meu quarto tentando entrar, me impedindo de fugir. O Palhaço disse que mereço estar aqui, para que descreva o que vejo pela janela. O que eu vejo são monstros de sombra torturando pessoas, com seus sorrisos malignos. E vejo Samira. Ela me contou sua história quando apareci lá pela primeira vez, vagando por aquele mundo. No começo, eu a achava muito bonita, mas logo apareceu careca e nua, implorando por ajuda. Eu tentei lhe explicar que não podia fazer nada, só podia ir para lá quando dormia, e, não sei explicar, achava que isso deixaria o palhaço furioso. Dias depois, seus olhos haviam sido arrancados. - Eu quero ver! – ela gritava para mim, mas sem me ver. – Eu preciso da luz! Da luz... Logo depois, apareceu com sua boca costurada em um sorriso assustador, e nunca mais falou nada. Mas isso já faz muito tempo, agora ela simplesmente vaga, sempre pelo mesmo caminho, mesmo sem ver, levando outras crianças até o palhaço. Elas a seguem, talvez porque sabem que ela um dia já passou por isso. Mas acho que Samira se esqueceu desse tempo. Acho que se acostumou a ser só mais uma criatura amaldiçoada a vagar sem ver, sem pedir ajuda. Condenada a sorrir naquele mundo do mal. O Palhaço diz que vou acabar como ela, se me pegar. Por isso tranco a porta e me escondo na cama. Ouço um rangido de porta sendo aberta. Toc-toc-toc. Viro-me e vejo seu sorriso maligno. Toc-toc-toc Eu não mereço me transformar em algo como Samira. Toc-toc-toc A minha história está acabando, mas ainda posso avisá-lo. Fique longe dos guias. Fique longe da escuridão. Fique longe do Palhaço das Pernas de Bode. Não durma.
" A Lenda do Sim "
:: Na rua deserta e umedecida pela fina garoa que caía, caminhava a passos largos o homem franzino conhecido como T. Sua pressa tinha um único motivo, não queria perder de forma alguma o jogo do Knicks, torcedor fanático que era. Fez o serviço com a destreza habitual já conhecida por seus clientes que o contratavam a peso de ouro, pagamento adiantado como de praxe, problema algum para quem escolhia um homem com tanto respeito no submundo. No caminho gabava-se de quão bom era, a encomenda fora mais fácil que pensava. Não havia motivo para tanta preparação para apagar Andy Baley, um burguesinho de merda metido em dívida de drogas. É claro que a coleta que tinha com as prostitutas de luxo facilitava, conseguia informações valiosas, e suas vítimas eram pegas por seguir sempre o mesmo roteiro: jogar nos cassinos, se entupir de drogas e depois trepar com algumas garotas em um hotel qualquer. Riu, ao lembrar-se do idiota se borrando todo, com a 45 enfiada até o talo na garganta. E a arma ainda quente, lhe aquecia confortavelmente a perna. Ao quebrar o primeiro quarteirão, deparou-se com alguns mendigos amontoados no beco, tentando vencer o frio com uma pequena fogueira. Passou sem ser molestado, o povo da rua conhece o perigo de longe, fareja a morte iminente como um cão ao seu alimento. Mas antes que pudesse deixar para trás o cheiro fétido e nauseante do local, teve seu braço segurado. Os dedos coçaram para sacar sua arma, mas se conteve e apenas com um movimento brusco puxou aquele que o abordara ao encontro dos punhos. Seus músculos relaxaram ao ver que era apenas uma velha, imunda e maltrapilha. - Não tem esmola hoje! - Na-Não quero esmolas moço. – disse a mulher pressionada no paredão gelado. – Quero apenas lhe dar um recado que o vento me trás. Ele riu. – Velha louca! Então conversa com o vento? Não seja tola! Hoje poderia ter sido seu último dia de vida. - Apenas escute a mensagem, moço. - Além de louca é burra? Não vê que ainda respira por pura benevolência minha? Tua sorte é que hoje estou sem tempo. Vá! Volte para o esgoto de onde veio. – disse ele batendo a cabeça dela contra a parede. A mulher, atordoada, saiu do caminho, mas antes que ele sumisse de vista, gritou: - Sim! Sim! A vontade dele era voltar e descarregar sua arma na cabeça da maldita mulher. Mas já era tarde e não podia perder o jogo. Seguiu para o metrô, que naquela altura estava completamente vazio. Sentou-se confortavelmente encostado na janela, duas estações e estaria enfim a poucos metros do bar onde freqüentava. Na parada da primeira estação entrou uma criança e sentou-se ao seu lado, T. estranhou ao ver o menino, o qual julgou ter no máximo dez anos, sozinho. - Garoto, não está fugindo de casa, está? O menino, branco como leite e trajado com um terno mal costurado, sequer olhou para ele. - Muito bem! Sua mãe deve ter lhe ensinado para não dar conversa a estranhos. Notando que o garoto não estava mesmo querendo papo, ou sofria de algum problema auditivo, virou-se para a janela. Sentiu um calafrio lhe percorrer a espinha, ao perceber que não havia no reflexo do vidro o pequeno companheiro de assento. Virou-se novamente para o menino e este com os olhos negros como a noite, berrou de forma descomunal. - SIMMMMMMMMMMMMMMMMMMM! Quase saltou do banco, e praguejou ao ver que estava sozinho no vagão. - Mas o menino, o menino... Foi tão real. Só podia ter cochilado... Mas fora tão real e tão... Tão... Assustador! Definitivamente aquela noite lhe parecia estranha. Queria chegar logo ao seu destino. Na saída do metrô, suas pernas ainda tremiam. – Porra, era só um garoto! Era só uma merda de pesadelo. Bruxa filha da puta, devia ter quebrado-lhe os dentes. Não! Não! Devia ter-lhe rachado a cabeça. No bar, enfim sentiu-se em casa, lá havia rostos familiares, por mais que T. fosse reservado, ali se soltava e trocava até algumas palavras com o balconista. Após o cumprimento amigável, foi servido com o velho Black Label de todas as noites, o gole desceu suave, seguido por um demorado trago no cigarro. E na tevê postada em um suporte no canto do bar, os Knicks entravam em quadra. Era um jogo decisivo, poderia levar seu time à tão sonhada decisão se passasse pelo Suns. Ele ficou tão preso ao jogo que pouco reparou (e foi o único no recinto que fizera isso) na loira de quase dois metros que adentrou no bar, trajando um tomara-que-caia preto. Mas essa não tirava os olhos dele, e com um gesto chamou o atendente do bar; este, após atendê-la, voltou ao balcão e sussurrou no ouvido de T: - Amigo, desculpe atrapalhar, mas creio que seja por um ótimo motivo, aquela loira maravilhosa que está sentada ali no canto, pediu que lhe entregasse este bilhete. Ele pegou o bilhete, e apenas sorriu discretamente. Tomou o resto do uísque que havia em seu copo, e o abriu. Dessa vez o gole pareceu travar na garganta tamanha a surpresa da mensagem. Em escrita bem consolidada apenas três letras recheavam o pequeno papel: SIM. T. virou-se para a mulher, e ela retribuiu com um largo sorriso. Intrigado, levantou e foi em sua direção, mas fora atrapalhado por alguns jovens que se amontoavam para ver o jogo. E nesse piscar de olhos a perdeu de vista. Olhou apressadamente por toda a parte, e mesmo os olhos treinados de um assassino frio e cruel não puderam localizá-la. Ela havia partido, e agora ele não estava delirando, se é que em algum momento estivera. O pequeno bilhete ainda estava em sua mão. Sentiu-se parte de uma brincadeira piegas, ou será... Será que alguém notou o seu pequeno serviço noturno? Estava confuso. E aquela situação atiçou seu nervosismo de tal modo, que fora meio que “sem prestar atenção em nada” para o banheiro. (Mantenha o controle. Mantenha o controle. Ninguém pode detê-lo. Você é o melhor no que faz. O melhor!) O pequeno banheiro do Massive’s Night, não era diferente dos banheiros de bares de qualquer subúrbio. A luz fosca amarelada dava um ar ainda mais sujo ao lugar, o cheiro de urina velha, misturada com um desinfetante barato qualquer, ardia nas narinas de qualquer um que ali adentrasse. Abriu sua calça e aliviou-se naquele mictório mal-cheiroso. Antes de lavar as mãos, retirou algumas folhas de papel toalha para cobrir sua mão. Não queria se contaminar com bactérias vindas de “paus sebosos”. Abriu a torneira e encheu as mãos, lavando em seguida o rosto, repetiu isso por duas vezes, e com os olhos fechados tateou o porta-toalhas. Enxugou o rosto com o papel, e quando abriu os olhos não viu apenas sua imagem. Além do seu reflexo, havia no espelho, escrito a dedo no vidro pouco embaçado, a palavra SIM. Passou as mãos sob a cabeça raspada, para enxugar as pequenas gotas repousadas, meteu a trava na porta e sacou sua pistola, antes de conferir se havia mais alguém ali. (Vocês não vão me pegar! Não vão! Estouro seus miolos antes que respirem, antes mesmo que possam piscar) Guardou sua arma novamente e saiu do banheiro. Desconfiando de todos que ali estavam, pagou sua conta, deu uma pequena conferida no jogo e saiu apressadamente. Sua cabeça estava a mil com tudo aquilo, e ele só queria ir para casa. Em sua mente uma voz estranha começou a sussurrar: SIM! SIM! SIM! SIM! Ele, no desespero, começou a andar mais e mais rápido, e aquela voz martelava em sua mente, em um ritmo cada vez maior. Ao passar em frente a uma loja de eletrônicos, teve a impressão de ver em todas as telas a mesma mensagem. Com o susto atravessou a avenida, e distraído não percebeu o Maverick azul que dobrara a esquina em alta velocidade, seu corpo fora atirado com brutalidade e seu sangue coloria de vermelho a calçada cinzenta. Estava consciente e sentia que não ia escapar com vida dali, pensou na ironia do destino, morrer de uma forma tão banal, pois, para um matador de aluguel como ele, morrer assim era quase uma humilhação. Quem o atropelou nem sequer parou para prestar socorro, e ele ficou ali, estirado por um longo tempo, sentindo a morte chegar lentamente. Tempo suficiente para ver sua vida passar como um filme, desde a infância até aquela noite, quando após subornar o zelador do hotel, entrou no quarto 105, e encontrou seu alvo completamente distraído na banheira, ele aguardava sua acompanhante. Mas mal sabia que essa, além de não aparecer havia lhe entregado para seu executor. - Serviço de quarto... – disse T. apontando a arma para Baley - Q-Quem é você? - Você deixou alguém muito, mas muito aborrecido garoto. - Mas.. - CALE A BOCA! CALE A MALDITA A BOCA, OK? (silêncio) - Isso, assim está bem melhor rapaz. Agora onde eu estava? Ah sim! Você deixou alguém muito aborrecido, e essa pessoa me pediu que viesse dizer isso a você. Mas, sabe como é, não sou muito bom com as palavras. - Na-Não pelo amor de d... - CALE-SE! – enfiando a arma na boca do rapaz – Não sou bom com as palavras, e vou resolver do meu jeito. Vou mandar você para o inferno. Quando chegar lá, pergunte ao diabo se tem um lugar para mim... Nas ruas, as pessoas começavam a chegar aos montes, gritando, se abraçando. Os fogos coloriam o céu. O Knicks havia vencido. Mas para T. isso não faria diferença... Era o fim da linha para ele. E a mensagem tão repetida naquela noite agora fazia sentido.
"A Brincadeira do Copo"
A brincadeira do copo
Essa é uma das mais famosas, até porque muitos dos que estão lendo isso agora já devem ter "brincado" de invocar espíritos com um copo alguma vez durante sua adolescência. A lenda em torno dela (fora a própria efetividade da brincadeira) é a de um grupo de amigos que resolveu fazer a famigerada brincadeira durante uma festa, um deles era descrente e só de sacanagem resolveu perguntar se alguém naquela mesa iria morrer recentemente, a resposta foi sim e logo em seguida o copo se estilhaça na frente de todos. Algum tempo depois, eles ficam sabendo que o rapaz cético que não "respeitou” o espírito havia morrido num acidente de carro.
"A Loira do Banheiro"
A Loira do Banheiro (ou a Mulher de Algodão, ou ainda a Big Loira):
Essa é sem dúvida a lenda mais conhecida da lista, já tinha ouvido diversas versões diferentes em diversos estados diferentes dessa mesma lenda, mas no final, a base era quase sempre a mesma. Uma aluna (algumas vezes uma professora) loira e muito bonita que aparece nos banheiros dos colégios assustando os estudantes que matam aula. Uma constate em todas as versões é o algodão, a Loira está sempre envolta nele, ou com ele saindo de suas feridas, olhos e ouvidos. Algumas versões a retratam como um professora que foi assassinada por alunos revoltados, que não satisfeitos, a torturaram fazendo cortes profundos em sua pele e enfiando algodão nas feridas. Em outras versões ela é uma aluna que morreu no banheiro da escola enquanto matava aula (devido a um escorregão que terminava com sua cabeça na privada), após sua morte, seu espirito passou a ficar vagando pelos banheiros assustando os alunos que matam aula como ela fazia, nesse caso o algodão é referente aos tufos que os médicos enfiam no nariz, boca e ouvidos dos mortos por conta das secreções post mortem. Há ainda quem diga que pode-se invocar a Loira do Banheiro dando descarga três vezes, depois chutando o vaso uma vez e por fim virando-se rapidamente para o espelho.
O Lobisomem de St. Bonnet

Um dos mais famosos lobisomens foi o francês Gilles Garnier, que viveu no século XVI, e cujas vítimas eram principalmente crianças. Suas vítimas eram encontradas com as mesmas características. Corpos mutilados ou dilacerados, e partes do corpo comidas! Finalmente as autoridades resolveram tomar providências, e em 15 de setembro de 1573, foi o assinado um decreto.
A caça ao lobo assassino foi instituída, mas ele não seria capturado logo! O Homem-Lobo de ST. Bonnet ai fez mais vítimas! Somente dois meses depois se conseguiu chegar perto do lobisomem quando aldeões escutaram gritos de uma criança seguidos pelos uivos de um lobo! Eles viram um homem fugindo, e ele foi reconhecido como Garnier! Quando outro menino desapareceu, organizou-se uma expedição à casa de Garnier! Gilles foi pego em flagrante, quando devorava mais uma vítima!
Garnier foi preso, juntamente com sua mulher, e confessou os crimes e disse que a esposa o ajudava a comer as vítimas. Finalmente, Gilles foi queimado vivo! Mas não seria o primeiro nem o último lobisomem da França! Muito terror ainda viria nos séculos subsequentes.
"Nosferatus: Os Primos dos Vampiros"

Bom, agora é vez de falar dos Nosferatus. Esta criatura tem muito o que ser discutida. Aqui vai conter as informações do que eles são, como eles vivem, porque eles são assim, do que eles se alimentam e muito mais. Clique abaixo para saber mais.
O Nosferatu é uma poderosa e medonha criatura morta-viva que lembra muito um Vampiro. Ao contrário de seus primos Vampiros o Nosferatu não drena sangue e não teme a luz do sol. O Nosferatu é vitima de um destino cruel, desgosto e dor. Como seus primos Vampiros, Nosferatos anseiam por sangue, mas ocasionalmente mostra compaixão. Uma pessoa deve ser muito observadora para ver um Nosferatu, já que eles podem se passar facilmente por um humano e não demonstrar nenhuma evidencia de sua natureza. Ele somente demonstrara o seu verdadeiro monstro quando atacar. Ele possui todos os poderes de um Vampiro, mas o que diferencia ele de um vampiro são os seus poderes de morto-vivo, eles não possuem sombra e não da para ve-los em um refletindo por um espelho.
Um Nosferatu pode se transformar a noite em um Grande Morcego e de dia em um Corvo assumindo suas estatísticas de voo. Patas de Aranha é outra habilidade que o Nosferatu compartilha com seus primos Vampiros. Nosferatus também podem invocar criaturas, como ratos ou morcegos em um ambiente subterrâneo ou lobos em terreno aberto. Um forte cheiro de alho pode manter um Nosferatu a distância. Nosferatus acham espelhos uma ofença e acham luzes brilhantes desagradaveis. O Nosferatu é imune a vista de um simbolo sagrado, somente um Clérigo de alinhamento oposto ou um caçador de mortos-vivos pode afasta-lo. Uma estaca em seu coração pode mata-lo, mas se retirada sem ter matado, ele começa a se regenerar.
Um Nosferatu não pode entrar em uma residência sem ser convidado. Uma vez convidado o Nosferato pode ir e vir quando quizer. Magias de enfeitiçar, disfarses ou qualquer outra trapaça é o suficiente para se obter o convite. Um humano ou pode se tornar um Nosferatu se assim desejar o Nosferatu original. A vítima disperta depois de 3 dias que morreu, a menos que seu corpo tenha sido queimado ou totalmente destruído. A vitíma permanece sob controle do seu matador. Se este for morto, a vitíma terá vontade própria.
"Lenda das Bruxas"
Quando de um casal nascem sete filhas; sem que nasça nenhum menino entre o espaço, a primeira ou a última será, fatalmente, uma bruxa. Para que isso não venha a acontecer é necessário que a irmã mais velha seja a madrinha de batismo da mais moça. São apontadas, como tal, certas mulheres magras, feias, antipáticas.
Dizem que têm pacto com o demônio, lançam maus-olhados, acarretam enfermidades com os seus bruxedos etc. Costumam transformar-se em mariposas e penetram nas casas pelo buraco da fechadura. Tem por hábito chupar o sangue das crianças ou mesmo de pessoas adultas, fazendo-as adormecer profundamente. A marca do chupão deixado na pele, chama o vulgo de "melancolia".
Antigamente, quando um recém-nascido começava a emagrecer e definhar até a morte, principalmente os que ainda não haviam sido batizados, acreditava-se em "doença da bruxa". Para que as crianças não batizadas não sejam atacadas pelas bruxas, deve-se conservar luz acesa no quarto.
Os pais, ao colocarem o caixão da criança atravessado na porta da casa, a primeira mulher que aparecesse seria a bruxa, vindo mais uma vez buscar a vida de uma criança, para assim manter-se eternamente jovem.
Era costume também, proteger as crianças dando-lhes remédios à base de alho e colocando tesouras abertas embaixo dos seus travesseiros. A criança atacada por uma bruxa ingere carvão, cal de parede, terra e outras substâncias estranhas.
As bruxas realmente existem, garante a sabedoria popular. Sabe-se que uma mulher é bruxa, quando dá a apertar a mão canhota (esquerda). Há ainda, outro processo de identificar uma bruxa: vira-se a lingüeta da fechadura de uma canastra. A bruxa, ao entrar em casa, a primeira coisa que faz é pedir para endireitar-se a lingüeta.
Existe, também, uma oração contra elas; quem as possui consegue descobri-la e prendê-la e também não adormece quando ela a noite penetra em casa. A pessoa assim presumida toma para prendê-la, de um tacho ou uma medida de alqueire, e logo que a bruxa entra em casa, emborca o tacho ou a medida e ela fica incapaz de sair.
As bruxas vem da cultura celta, onde elas eram sacerdotisas que cultuavam a noite e sabiam dos segredos das florestas.
Junto ao caminho velho que antigamente fazia a ligação entre Tolosa e Nisa, havia uma
gruta, conhecida entre a população por “Casinha das Bruxas”. Segundo a tradição,
era ali que esses estranhos seres, tão enraizados na crendice popular, preparavam as
suas incursões nocturnas. Já noite adiantada, apareciam a cantar e dançar nas
encruzilhadas dos caminhos, revelando uma histeria demoníaca. Todo o povo andava aterrorizado. As crianças andavam amedrontadas e o seu sono era povoado de sonhos
terríficos.
Para pôr termo a esta situação, juntaram-se quatro rapazes, que não acreditavam em
bruxas. Pela calada da noite, sem que elas sentissem a sua chegada, surgiram
inesperadamente entre as participantes na dança demoníaca . Ainda quiseram fugir,
mas as mãos fortes dos mancebos seguraram-nas como tenazes. Ali mesmo foram desmascaradas. Foram depois conduzidas à “Casinha das Bruxas”, onde
permaneceram o resto da noite, sob forte vigilância.
No dia seguinte, em pleno dia, foram expostas na praça pública, sujeitas aos olhares e
apupos da população indignada. Envergonhadas e humilhadas por todos, essas
mulheres depressa abandonaram a povoação para sempre. Certamente aproveitaram
a lição, para nunca mais brincarem às bruxas.
A calma voltou ao povoado. Já ninguém acreditava em bruxas. A tranquilidade
regressou ao sono das crianças.
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