Finalmente e acelebração do casamento acabara,ele não podia mais
suportar o desejo de ter sua amada nos braços, sentir aquele corpo sob o
seu,calor daquela pele; o motorista ia rápido pela estrada que os
levariam para o sitio de seus pais,ele estava calada, talvez fosse a
emoção...
Chegamos finalmente, o motorista desceu as bagagens e se foi, não havia
mais ninguém, ela tinha um olhar vazio, no salão principal havia uma
lareira, afinal no inverno era sempre muito frio,ele pegou as malas e levou
ao quarto, ela subiu em passos lentos, foi para o banheiro e se trocou,pôs
uma camisola negra, de seda, com uma renda bem trabalhada no decote.
Ele a abraçou, e sorriu, ela permanecia em um silencio frio, um olhar
parado...
Deitou-se na cama, ele começou a beija-la, abraça-la, a pele dela estava fria, e muito branca,um vento gelado entrava por alguma fresta,
meio que inexplicavel, ele começou a tremer de frio,o vento se tornou mais forte, os cabelos de sua amada pareciam se tornar mais
pretos a cada vez que a beijava, e os lábios estavam vermelhos e
entreabertos, os olhos parados para o teto, quando não mais supotava o
frio se levantou e foi buscar a janela que permitia tal vento de lhe ivadir a
princidade, desceu as escadas, voltou pelo corredor, e nenhuma fresta
pode ver, mas ao entrar novamente no quarto elhou olhou estarrecido, quem
jazia deitado não era sua doce amada, e sim, uma criança de poucos anos,
muito branca, com os lábios muitos vermelhos, e o corpo coberto de
sangue...Nunca soube que aquela que ele abusara no inicio
de sua adolescência, que havia morrido naquele inverno em pleno galpão de
ferramentas que havia nos fundos...
suportar o desejo de ter sua amada nos braços, sentir aquele corpo sob o
seu,calor daquela pele; o motorista ia rápido pela estrada que os
levariam para o sitio de seus pais,ele estava calada, talvez fosse a
emoção...
Chegamos finalmente, o motorista desceu as bagagens e se foi, não havia
mais ninguém, ela tinha um olhar vazio, no salão principal havia uma
lareira, afinal no inverno era sempre muito frio,ele pegou as malas e levou
ao quarto, ela subiu em passos lentos, foi para o banheiro e se trocou,pôs
uma camisola negra, de seda, com uma renda bem trabalhada no decote.
Ele a abraçou, e sorriu, ela permanecia em um silencio frio, um olhar
parado...
Deitou-se na cama, ele começou a beija-la, abraça-la, a pele dela estava fria, e muito branca,um vento gelado entrava por alguma fresta,
meio que inexplicavel, ele começou a tremer de frio,o vento se tornou mais forte, os cabelos de sua amada pareciam se tornar mais
pretos a cada vez que a beijava, e os lábios estavam vermelhos e
entreabertos, os olhos parados para o teto, quando não mais supotava o
frio se levantou e foi buscar a janela que permitia tal vento de lhe ivadir a
princidade, desceu as escadas, voltou pelo corredor, e nenhuma fresta
pode ver, mas ao entrar novamente no quarto elhou olhou estarrecido, quem
jazia deitado não era sua doce amada, e sim, uma criança de poucos anos,
muito branca, com os lábios muitos vermelhos, e o corpo coberto de
sangue...Nunca soube que aquela que ele abusara no inicio
de sua adolescência, que havia morrido naquele inverno em pleno galpão de
ferramentas que havia nos fundos...


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